O Clube de Criação de São Paulo acaba de prestar praticamente mais um serviço de utilidade pública.
“Levantamento realizado pelo Clubeonline, mostra em que “pé” estão algumas grandes marcas no Twitter, neste momento.”
Concordo com o CCSP: “expor uma marca em qualquer mídia social é o mesmo que enfrentar uma câmera fotográfica sem colocar maquiagem ou poder fazer retoques com Photoshop. Nem todas as empresas estão preparadas para isso.”
É por isso que acho que vale a menção aqui.
Acabei de receber uma informação que eu já esperava há semanas. Em mais uma iniciativa da Talk levada a cabo pelo amigo e mestre Juliano Spyer, está para sair o primeiro e-livro em português sobre o Twitter (já na segunda-feira que vem, com lançamento no próprio Twitter – @jasper – às 16:00 hs). Prefaciado por Marcelo Tas e oferecido pela Talk, “Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter (você já aprendeu em uma mesa de bar)” é um guia prático para pessoas e organizações que querem descobrir e explorar o potencial do serviço.
“Não falta na Web informação sobre como usar o Twitter. A vantagem deste guia é que ele junta tudo – ou quase tudo – no mesmo lugar, de forma organizada e em português. O arquivo integral, registrado com uma licença Creative Commons, poderá ser baixado, impresso e distribuído livremente.”
Qualquer um que esteja interessado ou curioso pelo Twitter encontrará informações úteis no guia. O iniciante terá o B-A-BA incluindo imagens passo-a-passo para que o serviço faça sentido. Profissionais poderão explorar as aplicações da ferramenta para negócios, jornalismo e campanhas políticas.
Usuários avançados terão informações estatísticas atualizadas, dicas de conduta, planos futuros do Twitter e a introdução a temas polêmicos relacionados ao serviço. E o guia termina com uma lista de tuiteiros recomendados par ajudar a enriquecer a experiência de quem está começando a usar o serviço.
Dados do livro
* Título: Tudo o que você precisa saber sobre o Twitter
* Autor: Juliano Spyer
* Criação: Talk Interactive
* Páginas: 110
* Mais informações: http://migre.me/4Nxc
R-E-C-O-M-E-N-D-A-D-Í-S-S-I-M-O em tempos de invasões miguxas já observadas!
Olá, para quem não me conhece sou o Andy Zeo, analista de Mídias Sociais, podcaster e Twitteiro; também já trabalhei com PR 2.0 criando o projeto de twitter da Locaweb no passado. Vocês vão me ver mais por aqui no Boombust fazendo, a convite do Wagner Fontoura, minhas considerações sobre o cenário de mídia online no Brasil.
Hoje (14/07/2009) aconteceu no twitter um fato curioso que me fez refletir:
Apareceu nos Trending Topics, que apontam quais rótulos/tópicos estão sendo mais discutidos no Twitter, a Hashtag #BrazilwantsJBagain e ficou em primeiro lugar ao longo da tarde e por horas à noite.
Parênteses: Um assunto tem potencial para virar tendência quando vira tag (no Twitter, hashtag, se coloca uma cerquilha (#) na frente da tag para identificar que uma pessoa ou grupo está falando sobre algo em comum). Pode ser um evento, um acontecimento, um fato político, um produto, marca, lançamento ou até um indicativo comportamental como o #Euri.
Isso já é mais que familiar para quem usa a ferramenta, o interessante de se usar hashtags era isolar um assunto a seu determinado grupo de interesse, como o evento #ebp2009 (encontro de blogueiros publicitários deste ano), por exemplo; mas acabou virando um medidor do alcance que uma discussão pode levar e também seu tempo de vida.
Quando muita gente fala da mesma coisa, tá aí apontada uma tendência e, teoricamente, uma informação relevante para todo mundo e não só para uma comunidade, preservada em seus followers e followed.

A morte de Michael Jackson dominou todos os trending topics por mais de uma semana, todas as posições eram alguma variação de palavras relacionadas ao assunto: #MJ #MichaelJackson e até o errado #MichealJackson (que teve mais de 500 retweets, o mais antigo – até onde o Twitter ainda mostra – do norte-americano @poetprodigy7 )
O #forasarney, interessante manifestação política online no Brasil contra o senador, demorou semanas para entrar no Trending topics e mais semanas para ficar entre as primeiras posições; inclusive ganhou notoriedade da mídia offline quando o polêmico ator norte americano Ashton Kutcher (@aplusk) foi floodado com centenas de retweets brasileiros (inclusive de celebridades) pedindo para que ele se engajasse na luta. Kutcher, claro, deu um tapa na cara dos brasileiros dizendo que cuidassem da própria casa, se vingando do #chupa que os brasileiros estamparam no Twitter (primeiro caso TOP de trending topics nacional) depois do jogo de futebol.
Agora vemos milhares de adolescentes pedindo que uma banda juvenil internacional, os Jonas Brothers, voltem a fazer shows no país, em horas somos TOP Trending (o assunto comum mais falado no mundo no mesmo momento).

O que isso significa? Certamente não diz que todos os usuários do twitter gostem da banda ou querem que ela volte para o Brasil, nem que este seja um movimento internacional como por exemplo a morte de um astro pop, o lançamento mundial do HarryPotter (vejam, não tem nosso umbigocêntrico Brasil/Brazil neste topic) ou movimento político como a luta pela democracia no Iran, mas que o público do twitter vem mudando conforme vai aumentando e não há como impedir mais esse ciclo na internet.
Se os Trending Topics vão ser ainda relevantes para a mídia online ou para nós que estudamos mídias sociais é uma coisa que fica na berlinda (exceção aos fans da banda), se a estrutura de “bolha” do twitter será capaz de manter os grupos dos #EarlyAdopters na relação de Following/Followers, só o tempo vai dizer.
Se, ou quando vai aparecer uma nova ferramenta que será a nova queridinha da internet, não há previsão.
Os Brasileiros são o povo que mais usa/acessa twitter no mundo segundo o ibope (clique), em casa e no tabalho, e isso não quer dizer que somos a maioria em usuários, mas que brasileiro gosta de conversar, arrisco dizer que nossa cultura até nos empurra a isso.

Antes de discutir se é bom ou ruim, se é relevante ou banalizado, o Twitter está se tornando mais um retrato brasileiro na internet para o mundo, um Brasil que não sabe, ou não quer saber de ser sério. Quando ganhamos voz e conseguimos ouvir a nós mesmos, percebo que o que parece é que a maioria dos brasileiros só gosta de banalidades.

Ser trendy no Brasil, pelo menos para mim, anda sendo meio #VergonhaAlheia

Falando hoje a uma conceituada revista de negócios sobre o uso corporativo do Twitter, a repórter perguntou: “o Twitter não é uma terra dominada por alguns poucos xerifes que chancelam ou rechaçam tudo aquilo que ELES julgam bom ou ruim? Qual o caminho para cair nas graças desse povo?” Isso dava um bom micropost no Vida de Merda!
Eu disse pra ela “em off” pra desencanar dos top bobos do Twitter – top bobos, palhaços e xerifes há em qualquer lugar – pois apesar de seus bons números de seguidores (afinal, palhaçada faz sucesso em qualquer mídia), mesmo somados não representam nem de longe de forma absoluta a audiência do Twitter. Há empresas fazendo coisas bem bacanas por lá e se saindo muito bem, colecionando acertos e (EUREKA!) vendas. @nokiabrasil, @tecnisa, @fast_shop, @novo_submarino, que o digam.
Calma! Os suspeitos aqui não têm nada a ver com este post no Goma de Mascar.
Para quem temia que a popularização do Twitter no Brasil fosse promover também uma invasão de pirralhos vindos da nossa mais popular rede social, o orkut, uma pesquisa recém divulgada lá fora pode servir de alento e trazer esperanças.
Conforme se vê no gráfico acima, o gigantesco crescimento da nova febre mundial da internet, o Twitter, que já contabiliza mais de 5 milhões de usuários no mundo todo, tem trazido mormente para a rede um público formado por empresas, as primeiras gerações de usuários da internet que têm crescido e que vem se habituando a novas ferramentas e tecnologias e não apenas adolescentes e estudantes, mas, surpreendentemente, um público mais maduro.
“Isso quer dizer que o conceito de ‘early adopter’ (pessoas que adotam rapidamente uma nova tecnologia) teria que ser revisado”, segundo Sarah Radwamick, blogueira da comScore (clique no gráfico acima para ler a matéria completa publicada pela comScore, em inglês).
Resta saber se no nosso “mercado interno” a mesma tendência ainda se fará notar. Alguma aposta?
O Tweetmeme é um serviço que faz o tracking de links populares do twitter; uma espécie de digg do twitter (é… tá mais pra isso) – leia mais aqui. Eles desenvolveram um botão para sites / blogs bem legal – fica a dica para o Jonny ken ou pra quem se disponha a fazer o mesmo pelo nosso migre.me.
O botão para retweet serve para blogs e sites que gostariam de aumentar e encorajar o uso de retuitar seu conteúdo no Twitter.
Há 2 opções de botões, ambos pequenos; são apenas uma linha de código javascript para incrementar seu post com um pequeno logo para os retweets. Funcionam em qualquer página, home ou post.
Formato Grande

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Formato Compacto
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