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	<title>boombust &#187; Capital Empreendedor</title>
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	<description>por Wagner Fontoura</description>
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		<title>Confrapar sorteia consultoria no Campus Party 2009</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Jan 2009 01:32:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[carlos eduardo guillaume]]></category>
		<category><![CDATA[confrapar]]></category>
		<category><![CDATA[consultoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A Confrapar está sorteando 8 horas de consultoria para empresas inovadoras.

Qualquer pessoa pode se cadastrar através de um  formulário criado pela empresa para este fim e serão sorteados, durante o Campus Party 2009, 4 projetos para receberem consultoria de como estruturar sua ideia na busca de investimento de venture capital.

A promoção é válida somente para cadastros até o dia 24/01/09, final da Campus Party 2009.

Formulário: http://spreadsheets.google.com/viewform?key=p9_Ek7HL9uvzFHkm3QM__bw

Para saber mais sobre a Confrapar, leia a entrevista que realizei em duas etapas há algum tempo atrás com seu CEO:]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.confrapar.com.br/"><img class="aligncenter" title="Confrapar" src="http://boombust.hitechlive.com.br/wp-content/uploads/confrapar.jpg" alt="" width="614" height="253" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.confrapar.com.br/">Confrapar</a> está sorteando 8 horas de consultoria para empresas inovadoras.</p>
<p>Qualquer pessoa pode se cadastrar através de um  formulário criado pela empresa para este fim e serão sorteados, durante o <a href="http://www.campus-party.com.br/">Campus Party 2009</a>, 4 projetos para receberem consultoria de <strong>como estruturar sua ideia na busca de investimento de venture capital</strong>.</p>
<h3>A promoção é válida somente para cadastros até o dia 24/01/09, final da Campus Party 2009.</h3>
<p>Formulário: <a href="http://spreadsheets.google.com/viewform?key=p9_Ek7HL9uvzFHkm3QM__bw">http://spreadsheets.google.com/viewform?key=p9_Ek7HL9uvzFHkm3QM__bw</a></p>
<p>Para saber mais sobre a <strong>Confrapar</strong>, leia a entrevista que realizei em duas etapas há algum tempo atrás com seu CEO:</p>
<p><a href="http://boombust.hitechlive.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar/"><span id="more-22"></span>Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume &#8211; 1a Parte</a><br />
<a href="http://boombust.hitechlive.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar-2ª-parte/"> Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume &#8211; 2a Parte</a></p>
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		<title>www.morraderir.com.br</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/funny-or-die-chega-ao-brasil/</link>
		<comments>http://www.boombust.com.br/funny-or-die-chega-ao-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2008 13:08:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[funy or die]]></category>
		<category><![CDATA[morra de rir]]></category>
		<category><![CDATA[portal interativo]]></category>
		<category><![CDATA[sequoia capital]]></category>

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		<description><![CDATA[40 mil vídeos e 5 milhões de novos usuários por mês. Esses são os números do Funny or die, maior fenômeno da comédia na internet americana, agora no Brasil sob a url http://www.morraderir.com.br/. &#8220;Celebridades, comediantes e usuários podem enviar materiais que achem engraçados. Ao mesmo tempo, pretendemos eliminar toda a porcaria que ronda a internet, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.morraderir.com.br/"><img class="aligncenter size-full wp-image-562" title="www.morraderir.com.br" src="http://boombust.hitechlive.com.br/wp-content/uploads/morraderir.jpg" alt="" width="500" height="242" /></a></p>
<p>40 mil vídeos e 5 milhões de novos usuários por mês. Esses são os números do <a href="http://www.funnyordie.com/">Funny or die</a>, maior fenômeno da comédia na internet americana, agora no Brasil sob a url <a href="http://www.morraderir.com.br/">http://www.morraderir.com.br/</a>.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Celebridades, comediantes e usuários podem enviar materiais que achem engraçados. Ao mesmo tempo, pretendemos eliminar toda a porcaria que ronda a internet, a fim de selecionar a nata da comédia do Brasil e do mundo. Isso significa que, aqui, você vota para decidir quais são os vídeos mais engraçados e quais merecem morrer.&#8221;</em> <strong>Wil Farrell</strong>, criador do site</p></blockquote>
<p>Disponibilizando conteúdo em vídeo enviado por usuários e conteúdos originais e exclusivos, o portal interativo escolheu o Brasil para expandir suas fronteiras, após ter recebido recentemente nada mais, nada menos do que <strong>US$ 20 milhões</strong> de investimento do <strong>Sequoia Capital</strong> (mais importante fundo de investimentos em tecnologia do mundo e fundador de empresas como Apple, Google, YouTube, Yahoo! e Cisco) nos EUA, seu país de origem!</p>
<blockquote><p>“<em>O Brasil está definitivamente na rota de grandes investidores internacionais. O portal oferece uma nova opção de canal para artistas e marcas se comunicarem diretamente com seus fãs e consumidores.</em>” <strong>Maurício Duarte</strong>, diretor geral das operações no Brasil</p></blockquote>
<p>O modelo de negócio do portal está baseado (advinhe em que) na venda de publicidade online e na produção de conteúdos exclusivos em vídeo para distribuição “multi-plataforma” &#8211; Internet, celulares, cinema, televisão, canais de mídia indoor e novas mídias.</p>
<p>Em terras do Tio Sam, Danny DeVito, Bill Murray, Cameron Diaz e Fergie já fizeram graça pelo portal. Por aqui, o casting é formado por figuras como Ivete Sangalo, Sabrina Sato, Luis Miranda, Luana Piovani e Rogéria, dentre outros mais ou menos nessa linha.</p>
<blockquote><p>Avaliado em US$ 100 milhões, o site já é, mais do que uma máquina de rir, uma máquina de fazer dinheiro. Inglaterra e China estão na lista de alvos da empresa para os próximos passos expansionistas.</p></blockquote>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.funnyordie.com/"><img class="size-full wp-image-564 aligncenter" title="Funy or die" src="http://boombust.hitechlive.com.br/wp-content/uploads/funyordie.gif" alt="" width="250" height="46" /></a></p>
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		<title></title>
		<link>http://www.boombust.com.br/realizando-o-jogo-das-redes/</link>
		<comments>http://www.boombust.com.br/realizando-o-jogo-das-redes/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 28 Jun 2007 04:07:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ok, curiosidade é legal, um pouco de polêmica pode até ter seu lado bom ,mas tá na hora de alinharmos os diversos entendimentos a respeito do que pretende esse tal Projeto Boombust! Vamos lá: Todos nós estamos cercados por diversas redes &#8211; seja no mundo virtual ou no presencial. Nossa família é uma rede, nossa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://jwfinearts.com/Neely/big/tower_babel.jpg" align="left" height="350" hspace="8" width="347" />Ok, curiosidade é legal, um pouco de <a href="http://boombust.blog.br/2007/06/25/o-dia-seguinte/" title="O dia seguinte">polêmica</a> pode até ter seu lado bom ,mas tá na hora de alinharmos os diversos entendimentos a respeito do que pretende esse tal <strong>Projeto Boombust</strong>! Vamos lá:</p>
<p>Todos nós estamos cercados por diversas redes &#8211; seja no mundo virtual ou no presencial. Nossa família é uma rede, nossa empresa outra (ou várias outras), nossos amigos formam conosco e entre si diversas redes por afinidades, nossa escola idem, e assim por diante. Ponto.</p>
<p>Essas redes trazem em si e para cada um de nós inúmeras oportunidades  &#8211; grande parte delas nem sempre percebidas e / ou aproveitadas.</p>
<p>No campo virtual, inúmeras são as ferramentas já à nossa disposição para que joguemos o jogo das redes que nele se formam.</p>
<p>Por exemplos:</p>
<ol>
<li>O <a href="http://www.orkut.com/">Orkut</a> é uma ferramenta de rede social, como também o são o <a href="http://www.myspace.com/">MySpace</a>, ou o <a href="http://www.youtube.com/">YouTube</a> (que também não deixa de ser);</li>
<li>O <a href="http://br.groups.yahoo.com/">Yahoo Groups</a> uma outra ferramenta &#8211; esta de fórum de debates;</li>
<li> Diretórios de negócios como o <a href="http://www.linkedin.com/">LinkedIn</a> também são ferramentas de rede;</li>
<li>Comunidades de Negócios (como a <a href="http://www.topexecutivesnet.com">TEN</a>) também se propõem a servir-nos como ferramenta mais específica de rede;</li>
<li>O <a href="http://www.plaxo.com/">Plaxo</a> &#8211; amado por uns e odiado por outros, ninguém pode negar que seja uma poderosa ferramenta de contatos;</li>
<li>E as mais usadas ferramentas de rede &#8211; os Comunicadores Online (leia-se MSN, GTalk, Skype &amp; Cia. Ltda.).</li>
</ol>
<p>Muitos &#8211; mesmo entre os mais antenados entendidos de tecnologias &#8211; nem se dão conta de que essas ferramentas não são excludentes entre si &#8211; e muito menos deveriam ser. Utilizadas de forma eficaz, elas se complementam perfeitamente e tornam exponenciais as oportunidades de relacionarmo-nos no campo virtual e conduzirmos &#8211; não raro &#8211; estes relacionamentos para o campo presencial. E ainda, construirmos em torno das nossas imagens as nossas propostas de valor (aquilo que queremos &#8220;vender&#8221; aos nossos interlocutores), construindo confiança mútua, acelerando parcerias, amizades, negócios, nos promovendo e promovendo nossos mais diversos interesses.</p>
<p><strong>Acompanhou o raciocínio?</strong></p>
<p>Pois bem: O <a href="http://boombust.blog.br//" onclick="return top.js.OpenExtLink(window,event,this)" target="_blank">Boombust</a>, que nasceu <a href="http://www.blogboombust.blogspot.com/">blog</a>, usará estrategicamente esta mesma ferramenta tão amigável como porta de entrada para outras funcionalidades ou <strong>Ferramentas de Rede</strong>, algumas próprias, outras não, a saber:</p>
<ul>
<li>Fóruns de debates;</li>
<li>Comunidades sociais;</li>
<li>Diretório de Negócios;</li>
<li>Comunidades de Negócios;</li>
<li>Ferramenta de Contatos Online;</li>
<li>e Comunicadores</li>
</ul>
<p>Tudo isso num só lugar, numa só <strike>comunidade</strike> (ou num só <strong>Blog-Comunidade</strong>).</p>
<p>A idéia é <strong>capacitar seus associados</strong> a tirar o maior proveito destas ferramentas de rede, seja nas suas vidas pessoais ou (e sobretudo) no campo profissional. O empreendimento de <strong>planos de negócios</strong> e <strong>projetos pessoais</strong> será amplamente estimulado e haverá a disponibilização gradual de recursos como <strong>alavancagem e fomento de capital empreendedor</strong>, <strong>treinamentos presenciais e online, coaching,</strong> dentre outras,  &#8211; a partir exatamente das parcerias que se pretende formar com os próprios associados (ou não) e desenvolver no âmbito do próprio blog-comunidade (ou fora dele &#8211; por que não?).</p>
<p>Sem firulas; sem pretender reinventar a roda, nem lançar <strong>neste momento</strong> ferramentas inovadoras (&#8230;) &#8211; o que tende até a acontecer como conseqüência natural das atividades de seus empreendedores e de seus associados &#8211; alguns dos quais, convidados (como os nossos agora <a href="http://boombust.blog.br/2007/06/23/convites-para-testes-em-beta-no-boombust-i/">ilustres beta-testers</a>), e muitos dos quais, atuantes nos diversos segmentos tecnológicos.</p>
<p><span style="font-weight: bold">Networking online</span>, com o <span style="font-weight: bold">foco na formação de redes</span> de naturezas diversas, mas sobretudo, <span style="font-weight: bold">criando potenciais empreendedores e colaboradores dentro da comunidade  </span>como um todo. Isso resume bem a coisa? Tá bom pra você dito assim?</p>
<p>Como numa sociedade, os diversos perfis de pessoas chamadas a integrar esta comunidade tendem a se complementar, criar sinergias e acelerar eventuais relacionamentos das mais diversas naturezas entre si. Tudo de forma colaborativa, no bom estilo web2.0. Tudo isso amplamente amparado pela figura de um gestor de redes (este humilde interlocutor que vos fala) e por diversos líderes de redes e de comunidades que surgirão naturalmente dos nossos quadros e se promoverão, realizando plenamente nossa missão. <img src='http://www.boombust.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Estaremos, como reza o nosso lema, <span style="font-weight: bold">&#8220;realizando o jogo das redes&#8221;</span>. Ganhando musculatura social e profissional, cada um na sua praia particular.</p>
<p>Se ainda assim, estiver difícil de entender, talvez seja melhor declinar ao meu convite&#8230; eu saberei entender. Caso contrário, seja bem vindo ao jogo das redes! Façam suas apostas.</p>
<p>PS: Atendendo a pedidos, e já começando a colaborar, usem seus convites extra (lembrem-se: cada convidado tem direito a até 3 acompanhantes) para trazer <strong>mulheres</strong> (inteligências femininas, para ser mais específico) para a nossa comunidade (basta indicá-las no comentário deste post) &#8211; já estão dizendo por aí que isso aqui é o novo Clube do Bolinha!!! Credo! Longe de mim pensar uma coisa dessas!!! Rs</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p><span class="sg">Wagner Fontoura</span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume &#8211; Diretor Executivo da Confrapar (1ª Parte)</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar/</link>
		<comments>http://www.boombust.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 09:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://boombust.hitechlive.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar.html</guid>
		<description><![CDATA[18 de junho de 2007 &#8211; Depois de quase dois anos e meio da sua idealização, o Projeto BoomBust entra no seu estágio de start-up. Já não era sem tempo! O projeto nasceu, de fato, de uma demanda percebida por seus empreendedores ainda e bem no início do ano de 2005. Desde então, muita água [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.pimentacomdende.com/wp-content/presente.jpg" align="right" height="251" width="250" /><strong>18 de junho de 2007</strong> &#8211; Depois de quase dois anos e meio da sua idealização, o <strong>Projeto BoomBust</strong> entra no seu estágio de <strong>start-up</strong>. Já não era sem tempo! O projeto nasceu, de fato, de uma demanda percebida por seus empreendedores ainda e bem no início do ano de 2005. Desde então, muita água passou por baixo dessa ponte durante seu estágio de concepção!</p>
<p>Hoje, a entrada nessa etapa de start-up é marcada, dentre outras coisas e como primeiro passo, pela migração do blog  <a href="http://blogboombust.blogspot.com">BOOMBUST</a> para outra ferramenta web, mais apropriada ao lançamento paulatino de algumas <strong>funcionalidades que servirão ao negócio</strong> &#8211; o <strong>BoomBust</strong> (Vide pastas do blog, acima).</p>
<p>Para abrir esta nova fase trazemos ao blog ninguém menos que o <strong>Diretor Executivo da Confrapar &#8211; Carlos Eduardo Guillaume</strong> &#8211; que nos prestigia com um entrevista exclusiva cujo tema é &#8220;<strong>O Capital Empreendedor no Brasil e no Mundo</strong>&#8220;, concedida para este fim a um dos nossos editores e Gerente de Relacionamentos deste auto-entitulado &#8220;<a href="http://boombust.blog.br/index.php/about/" title="About"><strong>Blog-Community</strong></a>&#8221; &#8211; Wagner Fontoura.</p>
<p>O conteúdo desta entrevista &#8211; dividido em 2 posts &#8211;  <strong>mostra &#8220;o caminho das pedras&#8221; para a obtenção  de crédito de Capital Empreendedor</strong>, para todos aqueles  que têm em mente uma idéia, um sonho, ou, já em estado mais avançado, um projeto, um plano de negócio ou empresas que possuem pouca ou nenhuma receita e estão literalmente nascendo.</p>
<p>Apresentações feitas, vamos à entrevista&#8230;  Ah, é muito bom estar em tão boas companhias. <img src='http://www.boombust.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<blockquote><p><strong>BoomBust [Boom]:</strong> <strong>Olá, Carlos. Em que países a indústria de Venture Capital mais tem se desenvolvido e qual tem sido a importância do desenvolvimento dessa indústria no desenvolvimento de empresas inovadoras e da economia local desses países?</strong></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p><img src="http://200.159.236.207/users/98/79/17998/logo.jpg" align="left" border="0" /><strong>Carlos Eduardo [Carl]:</strong> A indústria de Venture Capital é muito desenvolvida na Europa e América do Norte. Essas regiões isoladas representam 80% do volume global de recursos. O mercado de capitais, e em especial a indústria de Venture Capital foi extremamente importante para o desenvolvimento dos Estados Unidos durante o século XX. A indústria de Venture Capital é responsável pelo grande crescimento da produtividade americana, através da criação de empresas inovadoras. A exportação dessa &#8220;produtividade&#8221; pelas empresas americanas de tecnologia traz recursos aos Estados Unidos e ajuda a compensar o enorme déficit fiscal americano. HP, Oracle, Microsoft, Yahoo, Google, YouTube, eBay. É difícil encontrar uma grande empresa de tecnologia americana que não tenha surgido e se alavancado com os recursos de Venture Capital.</p>
<p>Nos últimos 15 anos, a combinação da facilidade de acesso a informação, a saturação dos mercados maduros, e mais recentemente a liquidez do mercado mundial, tem trazido uma atenção para oportunidades em países emergentes. A Ásia, apesar da falta de uma regulamentação madura para o mercado de capitais em países como a China, por exemplo, tem atraído grande parte desses recursos. Isso se deve às oportunidades que surgem com o crescimento em patamares superiores a 8% ao ano. Nos últimos dois anos, outras estrelas tem surgido e atraído parte dos recursos  de Venture Capital  disponíveis. Podemos citar a Rússia, a Romênia, a Polônia e outros países do leste Europeu.</p>
<p align="left"><strong>Esperamos que agora seja a vez do Brasil</strong>.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Quais são as perspectivas do desenvolvimento da indústria de Venture Capital no Brasil e quais são as principais iniciativas locais de apoio ao empreendedorismo, à criação de incubadoras de negócios e de financiamentos de Venture Capital?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>O Brasil possui uma série de fatores muito favoráveis ao desenvolvimento dessa indústria. Um enorme mercado consumidor de inovação, uma bolsa de valores forte, com uma regulamentação madura, órgãos de fiscalização independentes, tais como a <a href="http://www.cvm.gov.br/" title="CVM - Comissão de Valores Mobiliários">CVM &#8211; Comissão de Valores Mobiliários</a>, e geração de conhecimento nas universidades.</p>
<p>Entretanto, devido a razões históricas e culturais do Brasil e da América Latina em geral, ao empresário não era dado seu devido valor na sociedade, o que em nada contribuiu para a criação de uma cultura empreendedora.</p>
<p>São ainda recentes as iniciativas de apoiar o empreendedorismo em cursos de graduação, mas algumas dessas iniciativas têm nos surpreendido positivamente. Podemos citar aqui a <a href="http://www.mct.gov.br/index.php/content/view/8477.html" title="L10.973, DE 2 DE DEZEMBRO DE 2004">Lei de Inovação</a>, de dezembro de 2004, com progressivos avanços dentro das universidades e incubadoras. Projetos de apoio à incubação e à capitalização de fundos de Venture Capital, por parte do Governo Federal, alguns Governos Estaduais, e prefeituras.</p>
<p>Algumas iniciativas privadas de apoio ao empreendedorismo como <a href="http://www.endeavor.org.br/" title="Instituto Empreender Endeavor - Brasil">Endeavor</a>, <a href="http://www.universiabrasil.net/" title="Universia Brasil">Universia</a>, <a href="http://www.santanderbanespa.com.br/" title="Santander">Santander</a>, <a href="http://www.assespro.org.br/" title="Assespro Nacional">Assespro</a>,  e diversas outras tem contribuído enormemente para o fortalecimento dessa cultura.</p>
<p align="left"><strong>O <a href="http://boombust.blog.br" title="BoomBust Blog-Community">Boombust</a> tem trazido matérias interessantes sobre o tema. Espero que continuem o bom trabalho.</strong></p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Qual é, tradicionalmente, a origem dos recursos aplicados nos investimentos de Venture Capital no Brasil? Como são criados e administrados os fundos de investimento de Venture Capital?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>A indústria de Venture Capital no Brasil não possui mais de 15 anos, e nesse seu nascimento atravessou crises mundiais que tiveram forte impacto em nossa economia, como a crise Mexicana em 1994 e a crise Asiática em 1999. Somente depois de 2001 houve uma calmaria nos mercados externos e um cenário favorável ao Venture Capital no Brasil. O surgimento de novos fundos de Venture Capital também data dessa época. Os recursos em Venture Capital no mundo tem sua base em geral em recursos de Fundos de Pensão, dado seu largo horizonte de investimento e sua necessidade de diversificação da carteira. Recursos públicos, tendo em vista a importância do setor para a geração de novas empresas, são largamente aplicados em Venture Capital, principalmente na Europa. Associações de anjos, pessoas físicas que investem recursos e muitas vezes aconselham empresas nascentes, terminam por formar o tripé de investimento nesse tipo de fundo.</p>
<p>Os fundos de Venture Capital são geralmente criados por empresas de administração de recursos, que decidem ampliar o leque de opções a seus clientes, oferecendo ativos alternativos, com maior risco e maior rendimento. A estrutura e administração de um fundo de Venture Capital é bastante similar àquela de um fundo de ações. As diferenças estão no tipo de analise que é feita para o investimento e no tipo de transação: a analise das empresas deve ser bastante criteriosa em um fundo de Venture Capital pois uma vez feito o investimento, celebra-se um acordo de longo prazo e baixa liquidez. A transação de um fundo de Capital Empreendedor também é mais complexa e envolve uma serie de instrumentos jurídicos para se realizar. Assim, o numero de transações feita por um fundo de Venture Capital também é bem reduzido.</p>
<p align="left"><strong>Em geral, os fundos investem em 10 a 20 empresas e fazem poucos investimentos e desinvestimentos por ano.</strong></p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Como funcionam, via de regra, os principais processos fundamentais do negócio de capital de risco &#8211; a saber, captação / prospecção, seleção, análise, investimento, acompanhamento e desinvestimento?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Em primeiro lugar, não consideramos o termo &#8220;capital de risco&#8221; o mais apropriado para descrever esse negócio. A tradução mais apropriada do Venture Capital seria o <strong>&#8220;Capital Empreendedor&#8221;</strong>. O Capitalista Empreendedor é avesso ao risco. Ele fará de tudo para evitar o risco dos negócios.</p>
<p>A visão do risco nesse investimento vem de instituições financeiras tradicionais, que não estão preparadas a avaliar o risco de um negócio inovador. Essa é a especialidade do capitalista empreendedor. Os processos descritos por você funcionam como um funil, onde entram várias oportunidades de investimento e poucas são investidas.</p>
<p>A <a href="http://www.confrapar.com.br/" title="Confrapar - Participações e Pesquisa S/A">Confrapar</a> decidiu adotar uma política de transparência com o empreendedor. Todo projeto que se encontra dentro do escopo de atuação do fundo, e que seja apresentado ao Comitê de Investimentos, receberá um relatório mostrando o resultado da analise feita pela Confrapar, mesmo que não seja selecionado para investimento. O processo em geral dura 4 meses e apresenta as seguintes etapas:</p>
<p><strong>1) Etapa Sumário Executivo</strong></p>
<p>A primeira etapa de nosso processo consiste em uma apresentação do Sumário Executivo do plano de negócios ao Comitê da Confrapar.</p>
<p>Esta apresentação é programada para ser feita em 20 minutos e é interna da Confrapar. O empreendedor não apresenta o sumário. Caso a idéia seja apresentada e não seja aprovada enviaremos um relatório ao empreendedor. Caso a idéia seja aprovada passamos para a segunda etapa:</p>
<p><strong>2) Etapa Plano de Negócios</strong></p>
<p>Aqui será agendada uma apresentação do plano de negócios ao comitê. Desta vez, é o empreendedor que fará a apresentação e terá 1 hora e meia para isso. Caso o plano não seja aprovado enviaremos um relatório detalhado ao empreendedor.</p>
<p>Caso o plano seja aprovado passamos à fase seguinte.</p>
<p><strong>3) Etapa de Diligência</strong></p>
<p>Durante esta etapa serão fechados os termos jurídicos da participação da Confrapar na empresa. Após isso inicia-se a sociedade.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Quais são as principais motivações para a decisão pelo investidor por um investimento de Capital Empreendedor?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>O investidor sempre busca compor sua carteira de modo a minimizar o risco e aumentar seus rendimentos. Na composição de uma carteira entram fatores pessoais, tais como objetivos do investimento, perfil de risco, etc. O investidor geralmente coloca entre 2% a 5% do total de sua carteira em ativos de maior risco e potencial de altos ganhos.</p>
<p>Alguns investidores porém, investem em capital empreendedor por entenderem ser este um investimento social. Estão ajudando a criar novas empresas, empregos, impostos. A esses investidores pessoa física chamamos anjos. Muitas vezes os conselhos dos anjos são mais importantes que os recursos financeiros.</p>
<p><a href="http://rec6.via6.com/link.php?url=http%3A%2F%2Fboombust.blog.br%2Findex.php%2F2007%2F06%2F18%2Fo-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar%2F&amp;titulo=O%20Capital%20Empreendedor%20no%20Brasil%20e%20no%20Mundo%20-%20Entrevista%20com%20Carlos%20Eduardo%20Guillaume%2C%20Diretor%20Executivo%20da%20Confrapar"><img src="http://rec6.via6.com/imagens/botao_rec6.gif" border="0" /></a></p>
<p><a href="http://boombust.blog.br/?p=96"><strong>Continue lendo a 2ª parte desta entrevista aqui&#8230;</strong></a></p>
<h1 style="border: 0px none ; color: grey; letter-spacing: 3px; font-size: 28px; padding-top: 3px">Carlos Eduardo Guillaume</h1>
<p><strong>Diretor Executivo </strong> da <a href="http://www.via6.com/perfil.php?mid=60283" title="ramo: ">Confrapar Participações Pesquisa SA</a></p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_historico.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Histórico Profissional</td>
</tr>
</table>
<p class="perfilResumoTexto">  	                	                    	                      <img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Microsoft</strong> &#8211; Business Manager<span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Ericsson</strong> &#8211; Program Manager<br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Ericsson</strong> &#8211; Project Manager</p>
<p class="perfilResumoTexto">&nbsp;</p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td style="padding-right: 5px" height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_academica.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Formação Acadêmica</td>
</tr>
</table>
<p><img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>UFMG &#8211; Universidade Federal de Minas Gerais</strong> &#8211; Engenharia Eletronica <span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Fundação Getúlio Vargas</strong> &#8211; MBA Executivo <span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>IBMEC</strong> &#8211; MBA &#8211; Marketing</p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td style="padding-right: 5px" height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_contato.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Contato</td>
</tr>
</table>
<p class="txtPadrao"> <strong>email:</strong> <a href="mailto:kadugui@hotmail.com">kadugui@hotmail.com</a></p>
<p class="txtPadrao">&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.boombust.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Entrevista com Carlos Eduardo Guillaume &#8211; Diretor Executivo da Confrapar (2ª Parte)</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar-2%c2%aa-parte/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Jun 2007 08:59:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8230;leia a 1ª parte desta entrevista neste link [BoomBust]: Quais são as principais tendências e estratégias de investimentos adotadas pelos fundos de Capital Empreendedor no Brasil, no que diz respeito a segmentos de negócios, estágios de desenvolvimento, volumes de recursos aplicados, etc? [Carlos Eduardo Guillaume - Confrapar]:Podemos falar da Confrapar para ilustrar. A Confrapar se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://boombust.blog.br/index.php/2007/06/18/o-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar/" title="1ª Parte da Entrevista ">&#8230;leia a 1ª parte desta entrevista neste link</a></p>
<p><img src="http://www.competeintelligently.com/images/bean%20chess.gif" align="right" height="313" width="314" /></p>
<blockquote><p><strong>[BoomBust]:</strong> <strong>Quais são as principais tendências e estratégias de investimentos adotadas pelos fundos de Capital Empreendedor no Brasil, no que diz respeito a segmentos de negócios, estágios de desenvolvimento, volumes de recursos aplicados, etc?</strong></p></blockquote>
<blockquote></blockquote>
<p><strong>[Carlos Eduardo Guillaume - Confrapar]:</strong>Podemos falar da <a href="http://www.confrapar.com.br/" title="Confrapar - Participações e Pesquisa S/A">Confrapar</a> para ilustrar. A Confrapar se especializou em <strong>Capital Semente, ou seja, investe em empresas que possuem pouca ou nenhuma receita e estão literalmente nascendo</strong>. Essa entretanto, não é uma tendência. O mercado irá crescer como um todo, e teremos players em todos os estágios de desenvolvimento.</p>
<p>Quanto ao segmento, a Confrapar também se especializou em <strong>Tecnologias da Informação</strong>. A nosso ver, essa especialização é importante quando se trata de capital semente, pois conseguimos entender a língua falada pelo empreendedor e contribuir também no negócio em si.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]: Por que Tecnologias da Informação?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Disse Tecnologias da Informação em respeito à Convergência. A <a href="http://www.via6.com" title="Via6 - O orkut profissional">Via6</a> é um exemplo. Alguns a verão como empresa de internet, outras como empresa de mídia. Convergência é isso. Hoje investimos em Internet, Software, Telecomunicações e Mídia, e toda nova tecnologia que possa ser vista como Tecnologia de Informação.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> Já existe hoje no Brasil uma avaliação relativa aos retornos financeiros auferidos com investimentos de Capital Empreendedor ou ainda é cedo para essa avaliação?</p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Ainda é cedo para essa avaliação. Os primeiros fundos exclusivos de capital empreendedor no Brasil foram lançados em 2001 e 2002, com prazos médios de 7 anos. Alguns casos de sucesso já nos permitem apontar com boas previsões, mas precisamos que os fundos sejam liquidados antes de falar em qualquer taxa de retorno.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> O que deve ser feito pelas empresas investidas para que as variáveis RETORNO, RISCOS E INCERTEZAS sejam otimizadas &#8211; e como as investidoras se certificam de que as investidas estejam fazendo seus deveres de casa nesse sentido?</p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Essa pergunta sozinha, daria uma outra entrevista&#8230;</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Então já temos o tema da próxima&#8230; Quais são os principais fatores críticos para o sucesso de um investimento de Capital Empreendedor?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Cada fundo possui uma estratégia.</p>
<p align="left"><strong>A Confrapar, por exemplo, possui sete critérios de avaliação:</strong> <strong>Equipe, Mercado, Inovação, Modelo de Negócios, Financeiro, Estratégia de Saída, e o Acordo em si.</strong></p>
<p align="left"><strong>Quanto mais nascente a empresa, mais importante é a equipe. Se a equipe for boa, as alterações nos outros quesitos, caso necessárias, se darão mais facilmente.</strong></p>
<p align="left"><strong>Pelos planos de negócio que recebemos, o quesito mais negligenciado pelos empreendedores é a Estratégia de Saída, seguida pelo Modelo de Negócios.</strong></p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Qual é a sua visão a respeito da oferta geral de negócios para as empresas de Capital Empreendedor no Brasil (quantitativa e qualitativamente)? Quais são as perspectivas desse mercado?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>As perspectivas são excelentes. Temos um país grande, com um grande mercado interno, que adota e consome tecnologia. Temos boas universidades com criação de conhecimento e inovação tecnológica. Temos também um mercado de capitais crescente e já maduro e que vem recebendo cada vez mais recursos. Vemos parceiros como a <a href="http://www.fircapital.com/" title="FIR Capital">FIR Capital</a> fecharem importantes parcerias com fundos norte-americanos, ampliando a disponibilidade de recursos no Brasil e a visibilidade de nossas empresas lá fora. Veremos em breve algumas empresas abrindo o capital.</p>
<p align="left"><strong>Toda essa liquidez trará uma enorme procura por novos negócios e os &#8216;olheiros&#8217; começarão cada vez mais a se aproximar dos pequenos empreendedores.</strong></p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Quais seriam suas principais recomendações para o pequeno e médio empreendedor brasileiro que pensa em buscar recursos de capital empreendedor para o seu empreendimento?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Sempre digo que o empreendedor deve avaliar bem todas as alternativas. Converse com quem já recebeu esse tipo de recurso. O capitalista empreendedor irá sempre buscar negócios com alto potencial de crescimento. O empreendedor deve avaliar se está realmente disposto a trabalhar para o crescimento rápido de sua empresa. Muitas vezes o empreendedor busca apenas uma forma de sustento para si e sua família, e não gostaria de se dedicar a esse propósito. Nesse caso, o capital empreendedor não é a solução.</p>
<p>Agora, se o empreendedor vê um enorme potencial de crescimento de seu projeto/empresa, e está disposto a trabalhar para fazer da sua empresa um grande sucesso, está na hora de sentar com seu sócio e fazer um plano de negócios. Existem <a href="http://www.starta.com.br/produtos/planodenegocios.asp" title="MakeMoney2.0">bons softwares</a> e <a href="http://www.starta.com.br/produtos/livros.asp" title="Biblioteca do empreendedor">livros</a> que os ajudarão nessa tarefa. Mas não faça isso sozinho. Se não tem um sócio, procure um. Se o negócio for realmente bom, você não terá dificuldade em convencer alguém.</p>
<p>O empreendedor aprende bastante simplesmente fazendo o plano de negócios. É onde muitos sonhos morrem. Os que não morrem, entretanto, se fortalecem.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Como você avalia o atual ambiente econômico e regulatório brasileiro sob o ponto de vista do Investidor de Capital Empreendedor?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>O cenário econômico está superando todas as ótimas expectativas que tínhamos há 3 anos. A taxa de juros decrescente torna desinteressante o investimento em renda fixa e força o investidor a colocar seus recursos diretamente na produção, seja em renda variável (bolsa de valores) ou Venture Capital. Movimentos recentes de Fundos de Pensão confirmam essa tendência e apontam para um circulo virtuoso na economia.</p>
<p>O ambiente regulatório não ficou atrás das melhoras no cenário econômico. Novas instruções da CVM facilitam e incentivam o investimento em bolsa de valores e Venture Capital. Isenções de impostos para fundos de empresas nascentes ajudam a aquecer o mercado. Ainda encontramos algumas distorções em algumas normas, próprias de um cenário em constante evolução. Nossa perspectiva, entretanto é otimista. Estamos no caminho certo.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Quais são as principais restrições à concessão de investimento de Capital Empreendedor ao brasileiro?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>O empreendedor (não só o brasileiro) é muito atento à inovação e ao produto, mas pouco afeito ao lado gerencial e administrativo da empresa. Isso nos traz uma preocupação muito grande em como compor o quadro gerencial da empresa investida, e como equilibrar as forças empreendedoras e gerenciais.</p>
<p>No Brasil, particularmente, ainda pesa o fator novidade. Por ser uma prática recente, com poucos casos de sucesso, o capitalismo empreendedor ainda não é bem compreendido pelo empreendedor brasileiro. Para comparação, basta ir a uma boa universidade americana, e qualquer aluno poderá explicar o que é Venture Capital. Muitos já apresentaram oportunidades a várias VCs ou conhecem colegas que foram investidos. A cultura do capitalismo empreendedor está no seio da economia norte-americana. Somente no ano passado, mais de 3600 contratos de Venture Capital foram fechados por lá.</p>
<p>Por aqui, os fundos pioneiros têm que fazer um trabalho de divulgação e explicação de todo o processo da indústria de Venture Capital. Explicar como funciona, quais são os interesses de cada parte, o porquê dos contratos, etc.</p>
<p>Eu imagino a dificuldade das primeiras seguradoras de automóveis para vender um seguro de carro. Você compraria?</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>É uma boa comparação. Qual é a origem da Confrapar, como ela está posicionada no mercado e quais suas principais metas e objetivos estratégicos?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>A Confrapar é uma empresa relativamente nova. Surgiu em 2004 a partir de uma rede de investidores, executivos e empresários de tecnologia de informação, que vislumbraram o enorme potencial do Venture Capital, e em especial do capital semente, no Brasil.</p>
<p>O propósito da Confrapar é o de trabalhar o capital semente. A decisão de focar em um único setor é muito comum nos Estados Unidos e Europa para empresas de capital semente. Para a Confrapar foi uma decisão estratégica.</p>
<p align="left"><strong>Acreditamos que o que faz a diferença não é o recurso financeiro investido nas empresas, e sim, uma combinação saudável desses recursos, conhecimento de mercado, networking, profissionalização da gestão, etc.</strong></p>
<p>Em capital semente, conhecer o negócio faz toda a diferença.</p>
<p>A Confrapar atua em todo o Brasil através de investimentos diretos nas empresas e planeja lançar 2 fundos locais de capital semente ainda em 2007, exclusivos para São Paulo e Minas Gerais.</p>
<p>Continuaremos com nosso foco em capital semente, aportando valores entre R$300.000,00 e R$1.500.000,00 por empresa</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Gostaria de utilizar esse espaço para tecer algumas considerações finais?</strong></p></blockquote>
<p><strong>[Carl]:</strong>Espero sinceramente que o capitalismo empreendedor seja visto como uma real alternativa pelos empresários brasileiros. A todos os empreendedores, espero que discutam o tema com seus colegas, sócios, amigos. Espero ter contribuído. Abraços.</p>
<blockquote><p><strong>[Boom]:</strong> <strong>Carlos, não há como agradecer sua atenção conosco aqui do BoomBust e o apoio que tem dado ao nosso projeto reiteradamente, desde o seu start-up. Tenha certeza que está contribuindo diretamente conosco e, principalmente, com o nosso público e somos nós quem esperamos estar, em contrapartida, contribuindo com o fortalecimento desse mercado de Capital Empreendedor. Nossas apostas estão feitas na mesma direção das suas. Obrigado e esperamos manter sempre aberto esse canal de comunicação entre a comunidade que este blog pretende representar e os principais players da indústria de Capital Empreendedor &#8211; dentre os quais você e a Confrapar . Grande abraço!</strong></p></blockquote>
<p><a href="http://rec6.via6.com/link.php?url=http%3A%2F%2Fboombust.blog.br%2Findex.php%2F2007%2F06%2F18%2Fo-capital-empreendedor-no-brasil-e-no-mundo-entrevista-com-carlos-eduardo-guillaume-diretor-executivo-da-confrapar-2%25c2%25aa-parte%2F&amp;titulo=O%20Capital%20Empreendedor%20no%20Brasil%20e%20no%20Mundo%20-%20Entrevista%20com%20Carlos%20Eduardo%20Guillaume%2C%20Diretor%20Executivo%20da%20Confrapar%20%5B2%AA%20Parte%5D"><img src="http://rec6.via6.com/imagens/botao_rec6.gif" border="0" /><br />
</a></p>
<table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" height="5" width="5">
<tr>
<td id="homephoto" width="140">&nbsp;</td>
</tr>
<tr>
<td>&nbsp;</td>
</tr>
</table>
<p><img src="http://200.159.236.207/users/98/79/17998/logo.jpg" align="top" border="0" /></p>
<h1 style="border: 0px none ; color: grey; letter-spacing: 3px; font-size: 28px; padding-top: 3px">Carlos Eduardo Guillaume</h1>
<p><strong>Diretor Executivo </strong> da <a href="http://www.via6.com/perfil.php?mid=60283" title="ramo: ">Confrapar Participações Pesquisa SA</a></p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_historico.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Histórico Profissional</td>
</tr>
</table>
<p class="perfilResumoTexto">  	                	                    	                      <img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Microsoft</strong> &#8211; Business Manager<span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Ericsson</strong> &#8211; Program Manager<br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Ericsson</strong> &#8211; Project Manager</p>
<p class="perfilResumoTexto">&nbsp;</p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td style="padding-right: 5px" height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_academica.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Formação Acadêmica</td>
</tr>
</table>
<p><img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>UFMG &#8211; Universidade Federal de Minas Gerais</strong> &#8211; Engenharia Eletronica <span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>Fundação Getúlio Vargas</strong> &#8211; MBA Executivo <span style="color: #999999"></span><br />
<img src="http://200.159.236.207/img/0/square_blue2.gif" border="0" /> <strong>IBMEC</strong> &#8211; MBA &#8211; Marketing</p>
<table class="perfilResumoTable" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="95%">
<tr>
<td style="padding-right: 5px" height="25" width="28"><img src="http://200.159.236.207/img/0/icon_contato.gif" border="0" height="25" width="23" /></td>
<td class="perfilResumo">Contato</td>
</tr>
</table>
<p class="txtPadrao"> <strong>email:</strong> <a href="mailto:kadugui@hotmail.com">kadugui@hotmail.com</a></p>
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		<pubDate>Tue, 29 May 2007 22:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Lançado o prometido e esperado serviço de divulgação e pesquisa de vagas de emprego, busca de parcerias, fornecedores e serviços por indicação do Via6 &#8211; o Indica6.Com a proposta de &#8220;facilitar e agilizar a divulgação e o cadastro a boas oportunidades, com a grande vantagem de não só ser possível se candidatar a vaga como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Rlyvd2HqPjI/AAAAAAAAATM/wIQpmzJc10I/s1600-h/logo_topo_indica6.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Rlyvd2HqPjI/AAAAAAAAATM/wIQpmzJc10I/s400/logo_topo_indica6.gif" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5070120207791046194" border="0" /></a>Lançado o prometido e esperado serviço de divulgação e pesquisa de vagas de emprego, busca de parcerias, fornecedores e serviços por indicação do <a href="http://www.via6.com/">Via6</a> &#8211; o <a href="http://indica6.via6.com/pedidosDeIndicacao.php">Indica6</a>.Com a proposta de &#8220;facilitar e agilizar a divulgação e o cadastro a boas oportunidades, com a grande vantagem de não só ser possível se candidatar a vaga como também indicar alguém a ela&#8221;, o site nasceu simples, intuitivo, amigável e parece cumprir com objetividade o papel a que se propõe.</p>
<p>Como uma grande parte do público que compõe essa rede social de relacionamentos é formada por pessoas ligadas à área de RH, associado ao fato de que outra grande parte dos associados busca projeção com vistas a novas oportunidades de emprego, o serviço tem tudo para emplacar e se transformar até na principal ferramenta do Via6, aumentando ainda muito mais a comunidade daquele que já é, por méritos inegáveis, o principal site de relacionamentos brasileiro &#8211; que aparentemente começa a fazer jus ao investimento recebido recentemente pela <a href="http://www.confrapar.com.br/">Confrapar</a>.</p>
<p>Outro ponte forte do serviço: é gratuito (pelo menos por enquanto)! Vale a pena conferir&#8230;</p>
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		<title></title>
		<link>http://www.boombust.com.br/eu-ja-sabia/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 May 2007 03:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>

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		<description><![CDATA[Revista Info Exame de maio:Foram citados a Via6 (comunidade profissional) e o Rec6 (notícias colaborativas) na matéria dos &#8220;67 serviços imperdíveis da Web 2.0&#8243; (matéria de capa). O Via6 foi comparado ao Linkedin (maior site do mundo de relacionamento profissional) e o Rec6 foi um dos destaques na categoria &#8220;você é o editor&#8221; sendo nomeado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RlOnNGHqPXI/AAAAAAAAARs/miTjv-I2IuM/s1600-h/info67.jpg.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RlOnNGHqPXI/AAAAAAAAARs/miTjv-I2IuM/s200/info67.jpg.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067577849144819058" border="0" /></a><span style="font-weight: bold">Revista Info Exame de maio:</span>Foram citados a Via6 (comunidade profissional) e o Rec6 (notícias colaborativas) na matéria dos &#8220;67 serviços imperdíveis da Web 2.0&#8243; (matéria de capa).</p>
<p>O Via6 foi comparado ao Linkedin (maior site do mundo de relacionamento profissional) e o Rec6 foi um dos destaques na categoria &#8220;você é o editor&#8221; sendo nomeado o &#8220;Digg brasileiro&#8221;.</p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #ff6600; font-size: 180%"><span style="font-weight: bold">EU JÁ SABIA!</span></span></p>
<p style="text-align: justify">Parabéns a todo os que fazem o Via6 / Rec6 &#8211; os empreendedores do negócio, investidores, desenvolvedores, comunidades e editores de todas as tribos! Ah, eu quase me esqueço dos críticos também, cujas sugestões sempre acabam colocando &#8220;aquele toque&#8221; que faltava.Não é difícil prever o sucesso do Via6 / Rec6; os serviços são ótimos, as comunidades são ótimas, há editores ótimos, os desenvolvedores e os gestores estão sempre colados e antenados nos toques dos usuários &#8211; e olha que tem uma turma que é cri-cri e acha que o serviço foi feito somente pra si &#8211; rs.</p>
<p>Na minha humilde opinião, o Rec6 não é o Digg brasileiro &#8211; ele é melhor que o Digg. E muitas vezes melhor que os seus pares brasileiros!</p>
<p>E o legal é que eles estão apenas no início da sua jornada, são humildes, têm um monte de coisas ainda por fazerem para melhorar ainda mais os serviços (e eles sabem disso), criar novas funcionalidades, atenderem a novas e permanentes demandas que surgem todos os dias, enfim, isso é só o começo &#8211; estou certo. Muito legal acompanhar de perto a história de sucesso desse empreendimento.</p>
<p>É o meu novo hobby  <img src='http://www.boombust.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<pubDate>Wed, 09 May 2007 04:13:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A informação veiculada ontem em primeira mão no TechBits pelo Alexandre Fugita de que o boo-box &#8211; start-up brasileira de tecnologia &#8220;está em negociações com empresas de capital de risco&#8221; mexeu com o universo online brasileiro. E não só com os bloggers, principais interessados no sucesso do projeto (e seu alvo), mas com todos os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RkFDuD-P95I/AAAAAAAAANs/GgUy_9wa1Ng/s1600-h/boobox560.png" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RkFDuD-P95I/AAAAAAAAANs/GgUy_9wa1Ng/s400/boobox560.png" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5062401914760591250" border="0" /></a>A informação veiculada ontem em primeira mão no <a href="http://www.techbits.com.br/">TechBits</a> pelo Alexandre Fugita de que o <a href="http://www.boo-box.com/html/pt/">boo-box</a> &#8211; start-up brasileira de tecnologia &#8220;está em negociações com empresas de capital de risco&#8221; mexeu com o universo online brasileiro. E não só com os bloggers, principais interessados no sucesso do projeto (e seu alvo), mas com todos os players do crescente mercado nacional de investimentos em <a href="http://blogboombust.blogspot.com/2007/04/principais-fontes-de-capital-de-risco.html">start-up´s</a> de base tecnológica &#8211; tomadores de capital e investidores.O Alexandre explica muito bem a natureza dos serviços oferecidos pela boo-box e a natureza da empresa &#8211; por isso não vou me deter nisso aqui &#8211; sugiro que chequem <a href="http://www.techbits.com.br/2007/05/08/boo-box-na-mira-do-capital-de-risco/">o post do TechBits</a>, que é &#8211; como de costume &#8211; muito elucidativo. Vou me deter aqui na natureza desse tipo de operação no Brasil, o que muito me interessa e a tantos outros empreendedores que esperam na fila pelo crédito de capital de risco.</p>
<p style="text-align: justify">Para entender a lógica que viabiliza esse tipo de operação, dado um cenário que embute tantas incertezas &#8211; e este não será o primeiro nem o último desse tipo de investimento nos últimos tempos &#8211; é preciso que entendamos que &#8220;risco&#8221; é uma variável mensurável, podendo ser previsto e associado a probabilidades. Não tem nada a ver com &#8220;incerteza&#8221; &#8211; que não permite qualquer tipo de previsão e está ligada ao desconhecimento.O capital de risco tem concentrado, no Brasil e no mundo, seus investimentos em start-up&#8217;s inovadoras, cujos projetos têm por trás de si mentores  que despertem confiança por seu histórico  de experiências anteriores bem sucedidas e/ou por seu perfil empreendedor,  arrojado, técnico e confiável. É o caso, por exemplo, da jovem equipe de empreendedores do portal de relacionamentos <a href="http://www.via6.com/">Via6</a>, recentemente investido pela <a href="http://www.confrapar.com.br/">Confrapar</a>, e será também o caso do jovem mentor do projeto brasileiro do boo-box &#8211; <a href="http://www.marcogomes.com/blog/">Marco Gomes</a>.</p>
<p>Para ter acesso a esse tipo de fonte de recursos de capital (Venture Capital), o empreendimento deve apresentar um potencial de crescimento expressivo, atuar em mercados atraentes, com serviços inovadores e altamente competitivos.</p>
<p>Em operações de investimento de capital de risco em start-up&#8217;s, via de regra, do ponto de vista do investidor de capital de risco, existem maneiras funcionais de minimização dos riscos e das incertezas envolvidos, e o domínio dessas alternativas pelas investidoras brasileiras tem estimulado novas e mais freqüentes iniciativas dessa natureza.</p>
<p>Algumas dessas alternativas de minimização de risco e de incertezas  são:</p>
<ol style="text-align: justify">
<li>Trazer para um mesmo patamar o nível de informações entre o investidor e o tomador de capital. Cabe ao investidor uma análise profunda do projeto do tomador, do quanto este em si parece confiável e as condições de sua implementação e viabilização. Um grande aprendizado de ambos os lados acaba acontecendo no processo de investimento. São criados canais e códigos de informações comuns.</li>
<li>Estabelecer uma estabilidade nas relações entre investidor e tomador, através do monitoramento das operações de implementação e depois de gestão do empreendimento, estabelecendo relações de confiança mútua entre as equipe de projeto.</li>
<li>Desenvolver competências mútuas entre os players do projeto &#8211; investidor e tomador &#8211; sejam estas competências técnicas, financeiras, a maneira de pensar de ambos e compreender o mercado em si. Isso certamente diminuirá riscos e incertezas.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify">Ficamos na torcida pelo sucesso de mais essa iniciativa em torno da boo-box, certos de que o Brasil tem muito a ganhar com o crescimento contínuo desse tipo de investimento nas nossas searas, e de que tem um potencial enorme ainda reprimido; torcendo para que novas referências de sucesso se enfileirem por aqui, animando novas e crescentes iniciativas empreendedoras, com base no apoio do mercado de capitais de risco &#8211; uma alternativa absolutamente saudável para empresas start-up&#8217;s de base tecnológica.</p>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2007 15:27:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blogosfera]]></category>
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		<description><![CDATA[Muito se tem dito sobre as mudanças que a web &#8211; sobretudo agora na sua fase &#8220;colaborativa&#8221; &#8211; tem provocado no cenário econômico mundial e os &#8220;pegas&#8221; entre a grande e velha indústria estabelecida (os chamados Dinossauros, resistentes) e os supostos novos donos do poder (que abriram e querem controlar a caixa de Pandora) &#8211; [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><a href="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Rj9G4z-P92I/AAAAAAAAANU/5BXAtXzwydc/s1600-h/%7B3B622CBD-A4A3-4608-B5A6-B5A278385C8B%7D.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp3.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Rj9G4z-P92I/AAAAAAAAANU/5BXAtXzwydc/s320/%7B3B622CBD-A4A3-4608-B5A6-B5A278385C8B%7D.gif" style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061842448025646946" border="0" /></a>Muito se tem dito sobre as mudanças que a web &#8211; sobretudo agora na sua fase &#8220;colaborativa&#8221; &#8211; tem provocado no cenário econômico mundial e os &#8220;pegas&#8221; entre a grande e velha indústria estabelecida (os chamados Dinossauros, resistentes) e  os supostos novos donos do poder (que abriram e querem controlar a caixa de Pandora) &#8211; e esses vão dos bloggers à nova e realmente poderosa indústria pontocom.De ambos os lados há intransigência, arrogância e resistências. De ambos os lados muitas vezes tem faltado bom senso. Os dois lados precisam encontrar soluções para questões que ainda nem se dignaram a se postular. É a versão para a economia contemporânea do eterno conflito de gerações. Mas vai além disso.</p>
<p>Percebo que há um conflito interno no próprio seio de cada contentor. De um lado, o aparente &#8220;descontrole&#8221; da nova indústria, que está certa de que tem nas mãos um aparato revolucionário de ferramentas mas que nem sempre (na verdade, quase nunca) sabe o que fazer com ele. De outro uma corrida incessante pela adaptação ao novo mundo, que tem uma capacidade de se reinventar muitas vezes maior do que a capacidade destes de se adaptarem. Onde isso vai dar? Quem sobreviver verá&#8230;</p>
<p>Guiando não raro os passos da indústria da internet destaca-se atualmente a atuação da comunidade recém formada dos &#8220;com voz&#8221; &#8211; os bloggers! Cada vez mais (auto)investidos de poderes crescentes, como consumidores e formadores de opinião que são (ou querem ser), travam entre si e com o resto do mundo uma batalha de vaidades. Querem ser notados, atendidos (há até os que querem ser adorados &#8211; acredite) e não medem esforços para sê-lo. Mas daí podem surgir sim (por que não?) tendências e soluções para os novos dilemas da economia contemporânea &#8211; mesmo que para isso tenhamos que suportar muita pirralhice e bobeirinhas que vêm a reboque. Faz parte.</p>
<p>E não adianta nhem-nhem-nhem. Precisamos decifrar os novos códigos sim &#8211; não, não estou fazendo apologia ao <span style="font-style: italic">cracking</span> &#8211; é dos códigos que ditarão novas soluções e novos formatos de negócio para a economia pontocom. O velho dilema de &#8220;como ganhar dinheiro com isso&#8221; ainda não foi equacionado. Empresas (e bloggers) ainda tentando ganhar dinheiro com publicidade na rede fazem-me rir &#8211; é como jogar na loteria. Tudo bem, quem não joga não ganha, mas, por favor, nós podemos mais que isso&#8230; falem sério! Isso é papo de Dinossauro &#8211; rs! Espero bem mais dos nossos empreendedores virtuais&#8230; quando é que surgirão novas Camiseterias e novos Fábios Seixas? Demorou&#8230;</p>
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		<pubDate>Mon, 30 Apr 2007 00:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Créditos: TONI SCIARRETTA da Folha de S.Paulo &#8220;Uma idéia milionária na cabeça, mas nenhum capital para bancar o negócio. É aí que entra o &#8220;anjo&#8221;, investidor que busca empreendimentos com potencial de gerar fortunas e transformar talento em dinheiro. No Brasil, os investidores-anjo voltam a se articular em busca de projetos seis anos após o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RjU0sD-P9TI/AAAAAAAAAI4/42odm-rserI/s1600-h/angel_investor.gif" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RjU0sD-P9TI/AAAAAAAAAI4/42odm-rserI/s400/angel_investor.gif" style="cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5059007688005907762" border="0" /></a></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #666666; font-size: 78%">Créditos:</span><br />
<span style="color: #666666; font-size: 78%"> TONI SCIARRETTA</span><br />
<span style="color: #666666; font-size: 78%"> da </span><a href="http://www.folha.uol.com.br/" style="color: #666666"><span style="font-size: 78%">Folha de S.Paulo</span></a></p>
<p style="text-align: justify">&#8220;Uma idéia milionária na cabeça, mas nenhum capital para bancar o negócio. É aí que entra o &#8220;anjo&#8221;, investidor que busca empreendimentos com potencial de gerar fortunas e transformar talento em dinheiro. No Brasil, os investidores-anjo voltam a se articular em busca de projetos seis anos após o estouro da bolha da internet.Trinta investidores finalizam a criação da <span style="font-weight: bold; color: #ff6600; font-size: 180%">São Paulo Anjos</span>, uma associação que busca juntar as pontas entre empreendedores e captadores de recursos. Geraldo Carbone, ex-presidente do BankBoston, abriu uma empresa de participações que analisa cinco projetos de empresas nascentes. No Rio de Janeiro, a <span style="font-weight: bold; color: #ff6600; font-size: 180%">Gávea Angels</span>, associação pioneira no segmento, analisa dois novos projetos e mantém aplicação em outros três.</p>
<p>&#8220;[Desde a bolha] a perspectiva do Brasil mudou, com entrada de estrangeiros e aumento da renda. Empreendedorismo é como avião decolando, precisa de horizonte. E, com os juros baixando [o investidor], tem de procurar alternativas mais rentáveis&#8221;, disse Carlos Lino, sócio de Carbone na <span style="font-weight: bold; color: #ff6600; font-size: 180%">GC Partners</span>.</p>
<p>O Sebrae estima que o país tenha entre 50 mil e 100 mil pequenas empresas inovadoras à espera de &#8220;anjo&#8221;, que procura projetos que resolvam problemas antigos, mas com um &#8220;algo a mais&#8221; inovador. Ele fica de três a seis anos na empresa adotada e embolsa o lucro quando vende a participação.</p>
<p><span style="color: #000066; font-size: 130%">No Brasil, o investimento inicial fica entre R$ 500 mil e R$ 1 milhão &#8211;<span style="font-weight: bold">capital nascente</span>, ao qual mais tarde se somam aportes dos fundos de &#8220;<span style="font-weight: bold">venture capital</span>&#8221; (capital de risco) e de &#8220;<span style="font-weight: bold">private equity</span>&#8221; (participação em empresas) dependendo da necessidade de financiamento.</span></p>
<p>Além do capital, o &#8220;anjo&#8221; entra com trabalho e costuma participar da gestão. Identificar novos projetos é um dos processos mais longos e penosos, que envolve análise técnica e uma dose de instinto.</p>
<p>A Gávea Angels já foi procurada por 197 empreendedores. Desse total, chegaram à análise 23, mas só receberam investimentos três projetos: a Bizvox, uma empresa de reconhecimento de voz por telefone; a Publit, editora virtual que faz impressões por demanda; e o Brazil Pass, espécie de cartão de fidelidade com desconto para turistas no Rio.</p>
<p>&#8220;Ficava frustrado por só ter chegado a três projetos em três anos de trabalho. Com o contato com &#8220;anjos&#8221; europeus e americanos, vi que o índice era até bom&#8221;, diz Ernesto Weber, ex-presidente da Petrobras, hoje &#8220;anjo&#8221; da Gávea Angels.</p>
<p>Devido ao alto risco e ao volume de trabalho de prospecção, os anjos costumam atuar em grupo, por meio de uma associação ou de um fundo de investimento. Na associação, os sócios participam apenas de projetos de seu interesse.</p>
<p>&#8220;Olhamos os números e vemos o retorno financeiro. Tem de ser algo maior que o DI e outros investimentos disponíveis no mercado&#8221;, disse Fábio Bellotti, da São Paulo Anjos.</p>
<p>Para Manuel Iglesias, da mesma associação, além de uma boa idéia, os &#8220;anjos&#8221; observam se não há problemas legais ou éticos envolvidos. &#8220;Se for ético, ecológico, forte em governança, melhor. Mas tem de dar retorno&#8221;, disse.</p>
<p>O grande nascedouro dessas empresas são as <span style="font-weight: bold; color: #ff6600; font-size: 180%">incubadoras</span><span style="color: #ff6600"> </span>das universidades. &#8220;Chegam jovens brilhantes aqui com boas idéias, mas que não sabem vender nem administrar. E ainda precisam de dinheiro&#8221;, disse o professor Cesar Salim, da incubadora da PUC do Rio.</p>
<p>Nos EUA, os &#8220;anjos&#8221; são a principal fonte de financiamento das novas empresas de tecnologia, segundo a <span style="font-weight: bold; color: #ff6600; font-size: 180%">ACA (Angel Capital Association)</span>, que reúne 200 grupos de &#8220;anjos&#8221; americanos. Os investimentos totalizam US$ 12,4 bilhões. Os &#8220;anjos&#8221; investem até 25% de seu patrimônio em troca de 30% das empresas. De cada 5 projetos, 1 terá grande sucesso, enquanto 2 empatarão e 2 fracassarão.&#8221;</p>
<p><a href="http://www.folha.uol.com.br/"><span style="font-size: 78%"></span></a></p>
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		<pubDate>Tue, 24 Apr 2007 12:11:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;Vejam essa maravilha de cenário! É o episódio relicário Que o artista, num sonho genial Escolheu para esse carnaval. E o asfalto, como passarela, Será a tela. O Brasil em forma de aquarela&#8230;&#8221; O Brasil é mesmo o &#8220;Aquarela&#8221; pintado por Silas de Oliveira no seu imortal &#8220;Aquarela Brasileira&#8221; &#8211; samba composto para o carnaval [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Ri4FdcPhlPI/AAAAAAAAAHk/z45BUeKdpG8/s1600-h/2655.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp2.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/Ri4FdcPhlPI/AAAAAAAAAHk/z45BUeKdpG8/s200/2655.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5056985434939299058" border="0" /></a><span style="color: #000099; font-size: 85%">&#8220;Vejam essa maravilha de cenário!</span><span style="font-size: 85%"><br />
</span><span style="color: #000099; font-size: 85%">É o episódio relicário</span><span style="font-size: 85%"> </span><span style="color: #000099; font-size: 85%"><br />
Que o artista, num sonho genial</span><span style="font-size: 85%"> </span><span style="color: #000099; font-size: 85%"><br />
Escolheu para esse carnaval.</span><span style="font-size: 85%"> </span><span style="color: #000099; font-size: 85%"><br />
E o asfalto, como passarela,</span><span style="font-size: 85%"> </span><span style="color: #000099; font-size: 85%"><br />
Será a tela.</span><span style="font-size: 85%"> </span><span style="color: #000099; font-size: 85%"><br />
O Brasil em forma de aquarela&#8230;&#8221;</span><span style="font-size: 85%"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify">O Brasil é mesmo o &#8220;Aquarela&#8221; pintado por Silas de Oliveira no seu imortal &#8220;Aquarela Brasileira&#8221; &#8211; samba composto para o carnaval da Império Serrano de 1964! Sob muitos pontos de vista &#8211; mas vejam sob este, se não é:<span style="font-size: 130%"></span></p>
<p style="text-align: justify"><span style="font-size: 130%">O Cenário: </span>O Mercado Brasileiro, ávido de investimentos e de iniciativas empreendedoras de negócios, num panorama externo e interno único e alvissareiro &#8211; apesar dos pesares;</p>
<p><span style="font-size: 130%">O Episódio Relicário</span>: <span style="font-family: webdings; font-size: 85%"></span> a  oportunidade de interação, colaboração, de participação que nos é dada pela &#8220;Rede&#8221; (rede não &#8211; Redes! As mais diversas) &#8211; lugar para onde podemos levar nossos &#8220;objetos de estima&#8221;&#8230; (Quais são os seus objetos de estima? Trabalho? Investimentos? Relacionamentos? Em que áreas? Quais são?)</p>
<p><span style="font-size: 130%">O Artista:</span> (ou os artistas): Nós, artífices desse episódio!</p>
<p><span style="font-size: 130%">O Sonho Genial</span>: Qual é o seu?</p>
<p><span style="font-size: 130%">Carnaval:</span> A grande festa das oportunidades e demandas reprimidas ou não!</p>
<p><span style="font-size: 130%">O Asfalto</span>, como passarela que será a tela: Claro &#8211; falo sobretudo da Web!</p>
<p><span style="font-size: 130%">O Aquarela:</span> Aquele que terá a diversidade das cores que formos capazes de, como artistas, pintarmos&#8230;</p>
<p>A combinação e a interação da web colaborativa (2,0) com a semântica (3,0) terá para o <span style="font-size: 130%">empreendedorismo de negócios</span> &#8211; seja na esfera &#8220;.com&#8221; <span style="font-size: 130%">ou não</span> &#8211; um efeito  magnífico!</p>
<p>Mas dependerá da capacidade dos artífices (nós). Capacidade de inspiração, de muita transpiração, de iniciativa, de inteligência. Dependerá menos da capacidade de governos e instituições de se organizarem para esse cenário (acho mesmo que estes virão a reboque &#8211; mas virão mais rapidos do que a maioria de nós acredita).</p>
<p>Enquanto isso vamos todos nos posicionando &#8220;nessa maravilha de cenário&#8221;.</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Thu, 19 Apr 2007 14:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O número de brasileiros que está trocando o trabalho como funcionário em uma empresa ou mesmo driblando o desemprego com a montagem de um negócio próprio está crescendo. Melhor do que isso, aqueles que optaram pelo empreendedorismo têm conseguido permanecer no mercado de forma mais sustentada. As informações constam da nova pesquisa do GEM (Global [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://bp0.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RieBoycM9fI/AAAAAAAAAGE/yD9m2ALHkWQ/s1600-h/gem.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"><img src="http://bp0.blogger.com/_mWJQfKIC0ws/RieBoycM9fI/AAAAAAAAAGE/yD9m2ALHkWQ/s200/gem.jpg" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055151644481484274" border="0" /></a>&#8220;O número de brasileiros que está trocando o trabalho como funcionário em uma empresa ou mesmo driblando o desemprego com a montagem de um negócio próprio está crescendo. Melhor do que isso, aqueles que optaram pelo empreendedorismo têm conseguido permanecer no mercado de forma mais sustentada. As informações constam da nova pesquisa do <span style="font-size: 100%"><a href="http://www.gemconsortium.org/">GEM (Global Entrepreneurship Monitor)</a></span>, instituto que mede as taxas de empreendedorismo mundial. Os números referentes ao Brasil são animadores. Apesar de ter mantido a 5ª colocação no número de empreendedores &#8211; dentro de um ranking de 42 países &#8211; , o percentual das empresas que mantêm-se estabelecidas no mercado tem crescido regularmente: passou de 7,6%, em 2003, para 12,09%, no ano passado, para um total de 14,2 milhões de empreendimentos.</p>
<p>Concebido em 1999, o GEM é o maior estudo independente sobre a atividade empreendedora mundial, cobrindo mais de 50 países consorciados, o que representa 90% do PIB (Produto Interno Bruto) e aproximadamente dois terços da população global. Na edição 2006, dos 42 países participantes da pesquisa, 21 eram da Europa, 10 do continente americano (sendo metade da América do Sul), 9 da Ásia, um da África e um da Oceania. Oito novos países participaram do levantamento pela primeira vez: República Tcheca, Turquia, Colômbia, Uruguai, Emirados Árabes, Filipinas, Indonésia e Malásia. A população economicamente ativa &#8211; na faixa etária dos 18 aos 64 anos &#8211; dos países compreendidos na pesquisa totaliza 2,7 bilhões de pessoas. Aproximadamente 9,5% desse total estava, em 2006, envolvida na criação ou à frente de alguma atividade empreendedora. Desde que a pesquisa foi iniciada, o Brasil sempre esteve entre os dez primeiros colocados.</p>
<p>A pesquisa apresenta dados curiosos. Pela primeira vez na história do levantamento, o número de empreendedores estabelecidos (mais de quatro anos de mercado) superou o de iniciantes (que estão em fase de implementação do negócio ou que já o mantêm por 42 meses). A taxa de empreendedores iniciais no Brasil em 2006 (11,7% do total das empresas), manteve-se praticamente inalterada em relação ao ano anterior, que foi de 11,3%. Mas a de empreendedores estabelecidos vem crescendo muito. Eram 7,8% do total, em 2002, e chegaram a 12,9%, no último ano. &#8220;Esse ineditismo sugere um ambiente mais propício ao negócio próprio, atribuído sobretudo à estabilidade econômica. Se realmente se confirmar essa tendência, podemos somar a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas como outro fator para consolidar um clima favorável ao surgimento e manutenção de novas empresas&#8221;, afirmou o presidente do Sebrae (Serviço de Apóio à Micro e Pequena Empresa) nacional, Paulo Okamoto.</p>
<p>O levantamento mostra que o Brasil é o décimo país com o maior número de pessoas que abrem negócio no mundo. São cerca de 13,7 milhões de empreendedores iniciais. Nessa categoria, os países mais empreendedores são o Peru (40,1%), Colômbia (22,4%), Filipinas (20,4%), Jamaica (20,3%) e Indonésia (19,2%). No ranking das empresas já estabelecidas, os países que saem na frente são Filipinas (19,7%), Indonésia (17,6%), Tailândia (17,4%), Peru (12,3%) e Brasil (12,09%).</p>
<p>Desde 2005, o GEM também analisa os países segundo o PIB per capita: são os países de renda média e os de renda alta. Assim, constatou-se que as taxas de empreendedorismo inicial tendem a ser mais altas nos países de renda média, devido a diversos fatores, como perfil demográfico e valores culturais. A taxa de empreendedores iniciais é relativamente menor nos países de alta renda, de modo especial na União Européia e no Japão.</p>
<p>Além disso, o levantamento diferencia os empreendedores em função de sua motivação para desenvolver um negócio próprio, se por necessidade ou espírito empreendedor. &#8220;Verifica-se que, nos países de renda per capita mais alta, para cada nove empresários que tocam um negócio por oportunidade, apenas um é por necessidade. Na média dos países mais pobres, essa relação é de três por motivação para cada um que tem a real necessidade de um negócio próprio para sobreviver. No Brasil há um empate nesse quesito, mas o que preocupa é que a maioria empreende por sobrevivência&#8221;, explicou o consultor sênior da GEM no Brasil, Marcos Schlemm.</p>
<p><strong>Fechamento dos negócios</strong><br />
A descontinuidade dos negócios, bem como os motivos que levam uma empresa a ser fechada, foram analisados na pesquisa de 2006. A média global de fechamento totaliza 3,8% das empresas. Em relação aos fatores que inibem o empreendedorismo no Brasil, cerca de 70% das menções feitas por especialistas ouvidos pela GEM concentram-se em três condições: políticas governamentais, especialmente a elevada tributação e o excesso de burocracia; apoio financeiro, como a dificuldade de acesso a crédito e política de juros altos; e educação e treinamento, por não explorar o tema empreendedorismo no ensino formal.</p>
<p>Já os empreendedores têm dificuldade de obter não apenas informações sobre legislação, políticas públicas e linhas de crédito, como também acesso ao próprio crédito para investimento. De acordo com o mesmo estudo, 56% dos empreendedores entrevistados têm como fonte de recursos os parentes próximos e 53,6% utilizam dinheiro próprio. No mais, daqueles que fecharam suas empresas, 31% alegaram excessiva competição e falta de clientes, ao passo que 9,7% informaram ter arrumado um bom trabalho.&#8221;</p>
<address><span style="font-size: 78%">              Universia </span></address>
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