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	<title>boombust &#187; Post importado do Nossa Via</title>
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	<description>por Wagner Fontoura</description>
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		<title>Bala perdida, bala mascada, vida marcada</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Jan 2008 19:00:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[MUNDO]]></category>
		<category><![CDATA[Religião e Espiritualidade]]></category>
		<category><![CDATA[amor de pai]]></category>
		<category><![CDATA[bala perdida]]></category>
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		<category><![CDATA[perseguição]]></category>
		<category><![CDATA[vida longa]]></category>

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		<description><![CDATA["Tomando a Humanidade em seu grau mais ínfimo da escala intelectual, entre os selvagens mais atrasados, pergunta-se se aí está o ponto de partida da alma humana." (Kardec, A Gênese)

No país das balas perdidas, o que dizer quando alguém é agraciado com uma bala mascada? Graças a Deus?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa semana um grupo de 3 adolescentes, 12, 13 e 16 anos, foi abordado na porta da minha casa por um senhor, vigia de outra casa nas imediações, que portava um revólver carregado e que apontou para os meninos, realizou um disparo que &#8220;mascou&#8221; (o tiro não foi desferido) e começou imediatamente ali uma perseguição pelo homem aos meninos, todos em disparada. Uma cena impensável por mim, num bairro de classe média alta de uma cidade de médio porte do interior de Minas Gerais até&#8230; até que me foi narrada. A cena me pareceu surreal.</p>
<p>Saída do nada uma mulher, mãe do garoto mais velho, logo se pôs a correr atrás do perseguidor do grupo, com cara de desespero e disposta sabe-se lá a que para resgatar seu filho daquele cenário são e salvo.</p>
<p>Essa cena do nosso cotidiano nunca mais sairá do meu imaginário. Onde fomos parar, afinal?</p>
<p>Para encurtar a história, a mãe, perseguidora do perseguidor dos perseguidos, não o alcançou mas o intimidou; deu queixa à polícia, que acabou prendendo em flagrante o tal vigia &#8211; senhor de 59 anos de idade e que prestava serviços a um casal de abastados idosos, moradores naquele mesmo bairro &#8211; que alegou ser importunado pelos adolescentes &#8220;que faziam bagunça na sua porta com freqüência&#8221;&#8230;</p>
<p>Um desses meninos era meu filho. A mulher que correu atrás minha ex-esposa.</p>
<p><a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/cidade-dos-anjos.jpg" title="cidade-dos-anjos.jpg"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/cidade-dos-anjos.jpg" alt="cidade-dos-anjos.jpg" /></a></p>
<p>Eu me lembro de quando andava, criança, de carrinho de rolimãs pelas ruas da minha cidade, uma cidadezinha menor do que a que moro atualmente, e o quanto o barulho das rodinhas do carrinho pela calçada de ladrilhos irregulares irritava algumas vizinhas mais chatas. Elas saiam correndo atrás de mim e dos meus amiguinhos com vassouras ameaçadoras nas mãos, esbravejando que iriam contar pros nossos pais que &#8220;não respeitávamos mais os mais velhos que só queriam um pouco de paz e silêncio&#8221;.</p>
<p>Ou das vezes em que, jogando bola na rua mesmo, já que o trânsito era pequeno, deixávamos que o brinquedo caísse, redondo que era,  no jardim de outros vizinhos que, igualmente impacientes, não nos devolviam a bola ou chegavam ao extremo de nos devolvê-la furada. Ah, aquilo era a morte!</p>
<p>Não. Aquilo não era a morte!</p>
<p>A morte foi o que perseguiu meu filho, revólver em punho, anos depois das minhas próprias peripécias juvenis. A morte é mais feia quando persegue alguém que amamos do que quando nos deparamos com ela frente a frente nós mesmos.</p>
<p>Costumo pedir a Deus nas minhas orações que proteja de mim e dos meus desejos e sentimentos ruins aqueles que despertam em mim esses desejos e sentimentos. Constato hoje que também é mais difícil emanar bons fluidos a quem deseja o mal e age de maneira ostensivamente cruel com aqueles que amamos tão profundamente.</p>
<p>Costumo pedir a Deus nas minhas orações que faça de mim um dia sábio o suficiente para plantar em maior escala aquilo que promova conseqüências positivas para mim e, sobretudo, para o meu próximo. Constato hoje o quanto é pouco pedir, o quanto é urgente o agir.</p>
<p>Por outro lado, no país das balas perdidas, meu filho foi agraciado com uma bala mascada. Isso aumenta significativamente minha dívida com a vida e com a humanidade.</p>
<p>Vida longa ao videogame! Vida longa à internet! Vida longa ao DVD e à pipoca! Vida longa a tudo o que mantenha nossos filhos sob as nossas asas protetoras! Vida longa ao meu filho e aos seus amigos! E uma vida mais leve para aquele que tentou tirá-la desse trio, porque a sua deve estar pesada demais para valorizar tão pouco a do próximo. Que Deus lhe envie um dia o consolo de algum amor parecido com o que me une ao meu Rafinha.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Campus Party &#8211; o maior festival de &quot;web surfers&quot; do mundo, agora no Brasil</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/campus-party-o-maior-festival-de-web-surfers-do-mundo-agora-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 07 Jan 2008 02:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
				<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[bienal de são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[campus party]]></category>
		<category><![CDATA[campusblog]]></category>
		<category><![CDATA[campusparty]]></category>
		<category><![CDATA[campusparty08]]></category>
		<category><![CDATA[campuspartybr]]></category>
		<category><![CDATA[Paco Regageles]]></category>
		<category><![CDATA[web surfers]]></category>

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		<description><![CDATA[A Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica de 11 a 17 de fevereiro de 2008, quando acontece a Campus Party Brasil - o maior encontro de comunidades da Internet do mundo.

Celebridades do mundo acadêmico, estudantil, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários, investidores, empreendedores, geeks, nerds, miguxos, salsinhas, blogueiros famosos, fotologueiros, podcasters, videocasters, líderes de todas as principais comunidades online, formadores de opinião e criadores de tendências estarão por lá.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/campus_party.jpg" alt="campus_party.jpg" /></p>
<h2 align="center"><strong>Duvida? Dê uma olhadinha na foto aqui em cima e tire suas conclusões.</strong></h2>
<p>Não é exagero dizer que a <a href="http://www.campusparty.com.br/" title="Site oficial">Campus Party</a> é sempre um dos, senão o maior evento de entretenimento eletrônico do mundo. Acontece desde 97 na Espanha e agora chega ao Brasil, onde se instalará (adivinhe onde) em São Paulo.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A Bienal do Ibirapuera será transformada numa grande cidade tecnológica de 11 a 17 de fevereiro de 2008, quando acontece a Campus Party Brasil &#8211; o maior encontro de comunidades da Internet do mundo. &#8220;</em></p></blockquote>
<p align="justify">Compartilhar curiosidades e trocar experiências são <strike>as desculpas</strike>  os objetivos dos chamados &#8220;campuseros&#8221;, que contarão com uma ultra mega super infraestrutura para instalarem-se de mala e cuia com seus gadgets e notes e muita disposição para passar 7 dias e 7 noites de muita (MUITA) atividade!</p>
<p align="justify">Comumente passam pelo evento &#8211; e espera-se que por aqui não seja diferente &#8211; celebridades do mundo acadêmico, estudantil, jornalistas, pesquisadores, artistas, empresários, investidores, empreendedores, geeks, nerds, miguxos, salsinhas, blogueiros famosos, fotologueiros, podcasters, videocasters, líderes de todas as principais comunidades online, formadores de opinião e criadores de tendências deverão dar as caras. Tá bom pra você?</p>
<p align="justify">Nada menos que 10 áreas temáticas serão formadas:</p>
<ol>
<li>Astronomia;</li>
<li>Robótica;</li>
<li>Criação;</li>
<li>Desenvolvimento;</li>
<li>Software livre;</li>
<li>Games;</li>
<li>Simulação;</li>
<li>Modding;</li>
<li>Música;</li>
<li>e  <strong>CampusBlog!</strong></li>
</ol>
<h2><a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/capus-party-br.gif" title="capus-party-br.gif"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/capus-party-br-160x95.gif" alt="capus-party-br.gif" hspace="5" /></a>Palestras, oficinas e atividades para blogueiros</h2>
<blockquote><p><em>&#8220;Em uma iniciativa inédita a Campus Party Brasil vai reunir blogueiros de vários países, proporcionando um grande encontro de conteúdos, tecnologias e experiências em torno desta nova forma de comunicação.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Já me vejo confortavelmente instalado (ou nem tanto &#8211; quem se importa?) em minha barraca, com meu <em>note</em> a tira-colo, trocando momentos, idéias e experiências, com direito a BarCamp e tudo mais. ÿ, você leu direitinho: BarCamp, amigo! &#8220;Uma &#8220;desconferência&#8221;, onde não há lista de palestrantes nem programação fechada. Neste modelo, os participantes se envolvem diretamente em uma estrutura de conversação horizontal, livre e emergente. &#8221; E por que o &#8220;Bar&#8221; do nome? Ah, nada não&#8230; nada não.</p>
<p>Pra que tudo isso role na mais perfeita harmonia, nem preciso dizer que uma completa estrutura de lazer e serviços, à altura do evento, será montada, né? ÿ claro que será!</p>
<p>E onde é que as novidades tecnlógicas entram nisso? Numa mega exposição promovida pelos maiores fabricantes mundiais de produtos desenvolvidos para o mundo digital.</p>
<p>E se você ainda não deu seus primeiros passos na internet (o que é improvável, pois senão não estaria lendo este post até aqui), não se preocupe: um ambiente de inclusão digital completa a festa.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;A área de inclusão digital pretende incentivar as classes menos favorecidas da população a aplicar a tecnologia em suas vidas pessoais e profissionais.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Se você é daqueles que, como eu, não se contentam em estar inscritos, e querem participar do dia-a-dia da preparação do evento, acompanhe tudo pelo <a href="http://www.campus-party.com.br//blogoficial/">Blog Oficial do Campus Paty Brasil</a>.</p>
<p>Para inscrever-se, <a href="http://www.campus-party.com.br/index.php3?SEC=28&amp;action=HOME&amp;SELECCIONADO=1&amp;checksum=02c0ba508972ffa7afb9786f7b7e8acc">clique aqui</a>.</p>
<p>Mais informações úteis você encontra <a href="http://www.campus-party.com.br/index.php3?SEC=38&amp;action=HOME&amp;SELECCIONADO=15&amp;checksum=1a8e5280150325c2420e5a99095d762b">aqui nesse FAQ</a>.</p>
<p>E aí? Convencido de que esse é daqueles eventos que você não pode deixar de participar? Então nos vemos por lá! Até passou minha tristeza por não poder participar esse ano da <a href="http://www.nossavia.com.br/tecnologia/edicao-2008-da-consumer-eletronic-show-acontece-em-las-vegas" title="Edição 2008 da Consumer Eletronic Show">CES 2008 em Las Vegas</a> &#8211; hunf.</p>
<p><strong>PS: </strong>Beijo pra &#8220;Joaninha Atômica&#8221; (leia-se <strong>Lúcia Freitas</strong>, ou <a href="http://www.ladybugbrazil.com/" title="Ladybugbrazil">Ladybug</a> ou dona Mariquita), que, só pra variar, anda metida em (<a href="http://www.ladybugbrazil.com/2007/12/31/2008-lets-believe.html/" title="2008 lets believe">dentre outras</a>) mais essa empreitada, pondo fogo nos bastidores da organização da festa.</p>
<p><strong>Update:</strong> Leia mais em</p>
<ul>
<li> <a href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/01/07/campus-party-uma-festa-para-a-geeks.html/" title="Ladybugbrazil">Campus Party: uma festa para geeks?</a></li>
<li><a href="http://deusario.com/2008/01/assoberbar-sem-perder-a-ternura.html" title="Lúcia Freitas, no Deusário">Assoberbar sem perder a ternura</a></li>
<li><a href="http://blosque.com/2008/01/campusblog-blogueiros-acampando.html" title="Nospheratt, no Blosque">CampusBlog? Blogueiros acampando??</a></li>
<li><a href="http://professorvaz.blogspot.com/2008/01/campus-party-brasil-super-festa-nerd.html" title="Prof. Vaz">Campus Party Brasil &#8211; super festa nerd</a></li>
<li><a href="http://www.naozero.com.br/entrevista+paco+regageles" title="Não Zero">Entrevista com Paco Regageles, co-fundador do Campus Party</a></li>
</ul>
<p><object width="425" height="373"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/46wqvpbFxmk&#038;rel=1&#038;border=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/46wqvpbFxmk&#038;rel=1&#038;border=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="373"></embed></object><br />
Beto Andrade &#8211; Diretor Campus Party</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Editorial</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/editorial/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Dec 2007 02:53:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
		<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
		<category><![CDATA[blogs]]></category>
		<category><![CDATA[feliz 2008]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[relevante]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>

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		<description><![CDATA[Feliz 2008! Um brinde ao sucesso! Que comecemos a colher esse ano tudo o que vimos plantando ao longo dos últimos tempos! E que o façamos juntos. E, enquanto isso, que não deixemos de continuar semeando tudo aquilo no que acreditamos e que queremos de bom para o nosso mundo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>2007 foi o ano em que os blogs começaram de fato a se integrar à mídia no Brasil; viraram instrumentos de mídia, deixando, definitivamente, de ser apenas &#8220;diários virtuais&#8221; &#8211; embora não esteja escrito em lugar nenhum que não poderão mais sê-lo caso se queira assim. E o <strong>Nossa Via</strong> veio corroborar com essa tendência.</p>
<p>Para 2008 estamos preparando boas novidades pra você que tem nos prestigiado com o acompanhamento de perto dos nossos passos, contribuindo para que cheguemos a ser, no menor espaço de tempo possível, aquilo que nos motivou desde sempre: <strong>uma ótima referência de conteúdo relevante pra você.</strong></p>
<p>Não é um caminho fácil, dado que somos um grupo de profissionais de áreas e ocupações diversas que tocam esse projeto nos nossos intervalos de tempo, por puro amor à proposta de colaborar com esse novo cenário que se apresenta, de uma mídia colaborativa, interativa, ao alcance do usuário.</p>
<p>Hoje, na véspera do ano novo, quero, em nome dos demais autores e editores do site, agradecer pela sua companhia e expressar nossos votos de um 2008 de luz e sucesso pra você e pra cada um de nós, que nos propusemos a construir algo de novo, de bom, sem medo de errar, na expectativa de estarmos, assim, fazendo algo de realmente útil e relevante.</p>
<p><strong>Feliz 2008!</strong> Um brinde ao sucesso! Que comecemos a colher esse ano tudo o que vimos plantando ao longo dos últimos tempos! E que o façamos juntos. E, enquanto isso, que não deixemos de continuar semeando tudo aquilo no que acreditamos e que queremos de bom para o nosso mundo.</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p>Wagner Fontoura<br />
<a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/happy-new-year.jpg" title="happy-new-year.jpg"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/happy-new-year.jpg" alt="happy-new-year.jpg" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Uma nova trilha para o capital empreendedor no Brasil</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/uma-nova-trilha-para-o-capital-empreendedor-no-brasil/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 12:06:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
				<category><![CDATA[Investimentos]]></category>
		<category><![CDATA[NEGÿCIOS E FINANÿAS]]></category>
		<category><![CDATA[capital de risco]]></category>
		<category><![CDATA[Capital Empreendedor]]></category>
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		<category><![CDATA[jornalismo cidadão]]></category>
		<category><![CDATA[nova mídia]]></category>
		<category><![CDATA[VC]]></category>
		<category><![CDATA[venture capital]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Como tem se formado a ponte que unirá as novas mídias interativas às mídias tradicionais e os demais players desse jogo ao capital empreendedor no Brasil.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(*) O Angel Investment Network (AIN) é um portal online que se propõe a conectar empresários que buscam capital empreendedor com investidores do tipo Angel que buscam boas oportunidades de investimento. Uma companhia de investimentos com sede em Londres, Inglaterra com página eletrônica e atuação também no mercado brasileiro. Com investidores situados localmente e outros ao redor do mundo, a Angel Investment Network pode ser uma boa opção, tanto para se iniciar uma busca por capital quanto para quem deseja encontrar investimentos.</p>
<p>Periodicamente a AIN Brasil envia por mala direta aos investidores cadastrados e ativos  propostas que combinem com seu perfil e com suas preferências de investimentos. Hoje recebi um desse e-mails com a seguinte proposta, que me chamou a atenção e motivou esse post:</p>
<blockquote><p>Prezado(a) Wagner Fontoura,</p>
<p>As seguintes propostas de investimento combinam com suas preferências de investimentos.</p>
<p>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p style="direction: ltr"><wbr></wbr>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;</p>
<p>FONTE: Brasil Angel Investment Network</p>
<p>TITLULO: Novas Mídias no Mercado Publicitário</p>
<p>SINOPSES:</p>
<p>Empresa especializada em novas mídias dispõe de 10% das cotas para<br />
investidores. Oferecemos mídias altamente segmentadas ao mercado<br />
publicitário, atendemos atualmente &#8220;X&#8221;, &#8220;Y&#8221;, &#8220;Z&#8221;. [<u><font color="#0000ff">URL do proponente informada, omitida  aqui deliberadamente</font></u>]</p>
<p>SUMARIO DE PROPOSTA:</p>
<p>Empresa especializada em novas mídias dispõe de 10% das cotas para investidores. Oferecemos mídias altamente segmentadas ao mercado publicitário, atendemos atualmente&#8221; X, Y, Z&#8221;,  entre outras dezenas de clientes.</p>
<p>QUANTIDADE NECESSÁRIA: 100 BRL</p>
<p>INVESTIMENTO MÍNIMO: 25 BRL</p>
<p>REGIÿO: Sudeste &#8211; Sao Paulo</p>
<p>INDÿSTRIA 1: Serviços &#8211; Negócios</p>
<p>INDÿSTRIA 2: Produtos</p>
<p>RAZÿO DO INVESTIMENTO: Capital de giro</p>
<p>SUBMETIDO: 12 Dez 2007</p></blockquote>
<p>Ainda essa semana estive reunido com a direção de um grande grupo de mídia brasileiro num almoço em SP, onde o tema principal era como converter  em negócios de fato as oportunidades geradas em torno da nova mídia que só agora se apresenta ao mercado brasileiro de anunciantes &#8211; os blogs. E eu lhes falava exatamente que o início do próximo ano deverá ser marcado pelo surgimento de blogs-empresa, como já aconteceu em 2007 (na verdade aconteceu antes, mas teve boa projeção agora, a partir do crescimento do nº de bons blogs) com as empresas de mídia especializadas no segmento dessa nova mídia.</p>
<p>Quando recebo propostas de empresas especializadas em novas mídias, como a transcrita acima no destaque, vejo que o caminho que antevi começa a formar uma trilha interessante. O ato contínuo é que os próprios blogs, convertidos em empresas ou associados a empresas que os assessorem e lhes dêem suporte, organizem seus orçamentos, seus <em>media kits</em>,  profissionalizem suas gestões (<a href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/diga-me-com-quem-andas-e-eu-te-direi-quem-es">vide exemplo</a> daquele que deve ser um dos maiores expoentes dessa turma &#8211; e já há diversos outros, inclusive em estágios mais avançados nos seus processos de profissionalização).</p>
<p>Empresas de mídia interativa (elementos da chamada <a href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/o-mito-da-bolha-20-sua-empresa-e-uma-dama" title="O Mito da Bolha 2.0">web 2.0</a>) , sejam elas agências publicitárias, blogs-empresa (novo viés dos blogs corporativos) e empresas fomentadoras desse mercado, como a <a href="http://www.bites.com.br/">Bites</a>, capitaneada pelo empresário <a href="mailto:manoelfernandes@bites.com.br" title="mailto">Manoel Fernandes</a>, já são presenças constantes  nas mesas das maiores empresas de mídias chamadas tradicionais e agora começam a frequentar as rodas de investidores de capital empreendedor no Brasil, o que mostra o nível de maturidade desse relacionamento &#8211; eu diria que &#8220;pronto para iniciar decolagem&#8221;.</p>
<p>O recente advento da TV digital no Brasil, por mais criticado que tenha sido (e é natural que surjam muxoxos em torno de toda e qualquer novidade &#8211; se é que podemos chamá-la assim), há de contribuir com força de motor de propulsão com a remodelação desse mercado, dando novo impulso ao movimento de convergência e alimentando o círculo virtuoso que fará com que muita coisa prevista esse ano se materialize já a partir do início do próximo.</p>
<p>Erros de percurso como modelos não nos faltam. Recentemente em seu blog no IG, <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Tiago Dória</a> reporta sua visão, com a qual comungo, de que o casamento entre a grande imprensa e os sites (vários citados no seu post) de jornalismo cidadão, por exemplo, passa necessariamente por se contruir &#8220;a ponte&#8221; entre essas duas formas de mídia, com &#8220;<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/09/da-megalomania-a-simplicidade-do-jornalismo-participativo/" title="Da megalomania à simplicidade do jornalismo participativo">simplicidade e a criação de modelos mistos</a>&#8220;.</p>
<p>ÿ uma trilha se formando e já em início de pavimentação.</p>
<blockquote><p><strong>(*) Update do autor: </strong></p>
<p>IMPORTANTE: A menção da AIN neste post não implica na sua recomendação pelo autor, mas apenas fornece explicações sobre a sua natureza para que facilite o entendimento do leitor a respeito do fato que o motivou (o recebimento de uma mala direta). O autor, apesar de cadastrado no referido site, não é cliente contratante da empresa, nunca usou seus serviços e, em função disto, não teria como avaliá-los &#8211; o que nem é o propósito deste post.</p></blockquote>
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		</item>
		<item>
		<title>Diga-me com quem andas e eu te direi quem és!</title>
		<link>http://www.boombust.com.br/diga-me-com-quem-andas-e-eu-te-direi-quem-es/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Dec 2007 15:31:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O MeioBit, uma das maiores referências nacionais em  informação sobre tecnologia, blog que serviu muito de benchamark na concepção do modelo editorial do Nossa Via, acaba de anuncia que tem novo editor-chefe: Jobson Lemos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Abro essa nota para destacar dois pontos a esse respeito:</p>
<ol>
<li>Segundo o fundador e mantenedor do blog, Leonardo Faoro, &#8220;este é um passo importante na <strong>profissionalização</strong> do Meio Bit&#8221;;</li>
<li><a href="http://jobsonlemos.com/">Jobson Lemos</a>, feliz escolha do Meio Bit é, &#8220;O cara&#8221;.</li>
</ol>
<p><a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/jobdon.jpg" title="jobdon.jpg"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/jobdon.jpg" alt="jobdon.jpg" align="left" height="60" hspace="5" width="60" /></a>Uma das 3 vozes que considero mais eloqüentes em toda a blogosfera brasileira, &#8220;o cara&#8221; é, até onde eu sei, o 1º jornalista a ocupar profissionalmente esse cargo num blog brasileiro. Com perfil altamente empreendedor (meu tema recorrente neste portal), Jobson Lemos (uma tag recorrente em <a href="http://www.boombust.blog.br/">meu blog pessoal</a>, não por acaso)  preenche todos os requisitos necessários para o desafio que lhe foi inteligentemente confiado pelo Meio Bit,  de  transformar aquele que já é uma grande referência de conteúdo, também numa das primeiras referências de fato de profissionalização e consolidação dos blogs como mídia confiável, relevante e consistente (o que muito já são mesmo).</p>
<h3>O Nossa Via, também pioneiro nesse sentido, se sente em boa companhia.</h3>
<p>Parabéns ao Meio Bit! Parabéns ao Jobson. <strike>Eu já sabia! </strike><font color="#333333"><strike>(Desculpe, não resisti &#8211; rs)</strike></font></p>
<p>Leia aqui seu 1º artigo(é, ele também escreverá para o blog) na casa nova. Só tomem cuidado pra não se deixarem soterrar pela avalanche de comentários do referido post (provavelmente, seu primeiro record já trazido para o novo endereço). <img src='http://www.boombust.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a href="http://www.meiobit.com/tv_digital_para_poucos_eacute_triste_mas_sempre_foi_assim">TV digital para poucos&#8230; é triste, mas sempre foi assim. </a></p>
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		<title>O Mito da Bolha 2.0 &#8211; Sua empresa é uma dama?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Dec 2007 12:19:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você é "uma dama", não terá que provar isto. Se tiver que provar é porque não é. Concorda?  Eu acho que isso pode ser uma boa referência para o mundo a respeito do julgamento de eventuais novas bolhas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/bubbles.jpg" title="bubbles.jpg"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/bubbles.jpg" alt="bubbles.jpg" align="left" hspace="5" /></a><em>&#8220;Milionários surgiam num clique. Jornalistas abandonavam suas carreiras para ganhar até 10 vezes mais em paraísos ponto-com. Espigões de vidro pipocavam como cogumelos ao sol na Vila Olímpia, em São Paulo. Mestres de cerimônias e conferencistas não davam conta da demanda dos eventos da semana.&#8221; </em>[<a href="http://www.link.estadao.com.br/index.cfm?id_conteudo=3562" title="O aniversário do estouro da bolha da internet, 2005">Marcelo Tas</a>]</p>
<p>Tenho algumas &#8220;referências pessoais&#8221;, pessoas do meu convívio, em maior ou menor escala, nesse &#8220;novo mundo 2.0&#8243;. Nos últimos dias peguei três dessas referências  mencionando em seus veículos de comunicação (leia-se blogs) o termo &#8220;Bolha 2.0&#8243;.</p>
<p><a href="http://www.via6.com/diegomont" title="Perfil Via6">Diego Monteiro</a>,  sócio co-fundador da <a href="http://www.via6.com/">Via6</a>, já havia defendido em post publicado simultaneamente no <a href="http://blog6.via6.com/caretice-20-histeria-coletiva-contra-a-inovacao/" title="Caretice 2.0 - histeria coletiva contra a inovação">Blog6</a> e no site da <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Epocanegocios/0,,EDG79969-8373-9,00.html" title="Inspiração para inovar">ÿpoca Negócios</a>, os conceitos de &#8220;valor percebido&#8221; e &#8220;valor futuro&#8221;, para explicar &#8220;o valor de fato da inovação&#8221;, que determina investimentos de capital de risco, ou capital empreendedor, em empresas inovadoras de tecnologia em todos os mercados, do que, no Brasil, a própria Via6 é exemplo.</p>
<p>Sua análise segue de forma a conduzir o raciocínio para a seguinte conclusão:</p>
<blockquote><p><em>&#8220;O que se sabe é que todo mega-negócio começou sem gerar receita, sem ter muito claro de onde viria todo seu valor. Foi assim com a Ford em seu início, como também com a Microsoft e o Google. Tudo é uma questão de escolha entre ser um careta que só enxerga o presente, o status quo, ou um investidor do futuro.&#8221;</em></p></blockquote>
<p>Ainda essa semana o empresário e blogueiro <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/">Fábio Seixas</a>, que já coleciona empreendimentos 2.0 respeitáveis (leia-se <a href="http://www.camiseteria.com/home.aspx">Camiseteria</a> e <a href="http://www.weshow.com/br/index">We Show</a>), aproveitando uma dica postada pelo também blogueiro <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Tiago Dória</a> no Twitter, <a href="http://blog.fabioseixas.com.br/archives/2007/12/mais_uma_bolha.html">publicou em seu blog</a> (o que <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/04/vem-outra-bolha-da-internet-por-ai/">também o fez</a> em seu novo blog o próprio Tiago) um divertido hit que vem circulando pelo You Tube &#8220;tirando um sarro&#8221; com a possível nova Bolha que, segundo alguns, já viria se formando em torno da web dita 2.0. O hit tem o sugestivo título de &#8220;<strong>Here Comes Another Bubble</strong>&#8220;, e você pode conferir aqui mesmo:</p>
<p>
<object width="425" height="355"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/fi4fzvQ6I-o&#038;rel=1"></param><param name="wmode" value="transparent"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/fi4fzvQ6I-o&#038;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"></embed></object>
</p>
<p>O Tiago  Dória volta, de certa forma, a esse tema com a publicação do post <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2007/12/03/duas-tendencias-importantes-no-mundo-dos-blogs/">Duas tendências no mundo dos blogs</a>, onde analisa:</p>
<ol>
<li><strong>Blogs sendo engolidos por redes sociais e</strong></li>
<li><strong>Redes de blogs se abrindo para investidores e capital de risco</strong></li>
</ol>
<p>Seria simplista creditar a formação de bolhas exclusivamente a qualquer pressuposta má-fé da imprensa, que teria interesse em  inflar e vender informações  a respeito das empresas, ou mesmo à ganância do mercado financeiro por natureza especulativo. A história recente nos deixou lições que não podem ser ignoradas. Há empresas que têm valor pelo seu potencial e esse valor precisa ser demonstrado de forma objetiva e  perseguido de forma efetiva. Esse valor tem que ser palpável, para que especulações não permitam dúvidas quanto à sua efetividade.</p>
<p>Vejo start-ups de outros empreendedores do meu próprio relacionamento direto, como <a href="http://www.blogblogs.com.br/">Blogblogs</a>, do empresário e executivo Manoel Lemos, e a <a href="http://boo-box.com/site/br/">boobox</a>, idealizada pelo jovem  Marco Gomes, percorrendo corajosamente caminhos que, no Brasil, são ainda praticamente trilhas que vêm sendo desbravadas por pioneiros como eles e o próprio Diego Monteiro, citado no início desse post, e esses empreendedores não podem se deixar pegar de calças nas mãos por nenhuma nova onda especulativa, nem se deixar levar por terem que justificar o tempo todo o valor dos seus próprios empreendimentos.  Esse valor, futuro ou presente, precisa ser percebido nitidamente pelo mercado como um todo. Isso se dará a partir das ações dessas empresas em prol de si mesmas, dos seus clientes  e dos seus negócios reais e palpáveis, dos seus produtos/serviços efetivamente produzidos e oferecidos ao seu público alvo.</p>
<p>Não fazem sentido empresas construídas apenas para atrair investidores. Isso é, de fato, o verdadeiro produtor de bolhas.</p>
<blockquote><p>Se o valor da empresa não é plenamente perceptível é porque provavelmente ela não tem valor de fato. Prove-se o contrário.</p></blockquote>
<p>O desafio ao empreendedor é criar valor e torná-lo perceptível na mesma medida do seu interesse, do interesse de possíveis investidores de capital empreendedor e na medida do interesse de todos os outros players do mercado &#8211; cliente, concorrente, fornecedor, parceiros de negócios.</p>
<p>Se você é &#8220;uma dama&#8221;, não terá que provar isto. Se tiver que provar é porque não é. Concorda?  Eu acho que isso pode ser uma boa referência para o mundo a respeito do julgamento de eventuais novas bolhas&#8230;</p>
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		<title>Fontes alternativas de capital empreendedor</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Nov 2007 12:26:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Existem fontes alternativas de recursos financeiros que as empresas devem considerar, cujo acesso vai variar, normalmente, em função da oferta e das características do empreendimento.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mencionei em recente post <a href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/por-onde-flui-o-capital-empreendedor-no-brasil">publicado aqui</a> no portal algumas <a href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/por-onde-flui-o-capital-empreendedor-no-brasil"> </a>fontes de recursos disponíveis ao empreendedor, que variam normalmente em função do estágio do empreendimento. Falamos de anjos investidores, de fundos de capital de risco, financiamentos bancários e outros.</p>
<p>Mas existem outras fontes de recursos que as empresas devem ainda considerar, cujo acesso vai variar, normalmente, em função da oferta e das características do empreendimento.Segundo a Professora Cláudia Pavani (Economista pela USP e Mestre em Inovação Tecnológica/Engenharia de Produção pela Coppe-UFRJ) as principais fontes podem ser:</p>
<h3>Lucros Acumulados:</h3>
<p>Recursos gerados na operação e retidos pela empresa em períodos anteriores;</p>
<h3>Clientes:</h3>
<p>Adiantamento de valores contratados, que a empresa utiliza para o desenvolvimento ou produção / prestação de serviços;</p>
<h3>Fornecedores:</h3>
<p>A empresa pode conseguir parcelamentos ou descontos para pagamento dos seus fornecedores;<span id="more-1183"></span></p>
<h3>Parceiros:</h3>
<p>Interessados em estratégias comuns, produtos ou serviços complementares e/ou atividades comuns, podem financiar a empresa;</p>
<h3>Doações ou Prêmios:</h3>
<p>Instituições de fomento do Governo ou instituições promotoras de desenvolvimento financiam projetos quando estes têm as as características que se quer fomentar;</p>
<h3>Incentivos Fiscais:</h3>
<p>Geralmente sob a forma de diminuição de alíquotas dos impostos;</p>
<h3>Sócios (atuais e novos):</h3>
<p>Atuais sócios aportam mais recursos na empresa; ou venda de ações ou de outro tipo de valores mobiliários para terceiros;</p>
<p>Cada um desses possíveis recursos tem vantagens e restrições próprias. Nos próximos posts vamos analisando uma a uma.</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p>Wagner Fontoura</p>
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		<title>O monstro e a cartilha do amor</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Nov 2007 02:00:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bate-Papo]]></category>
		<category><![CDATA[COMPORTAMENTO]]></category>
		<category><![CDATA[DESTAQUE]]></category>
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		<description><![CDATA[Penso que se não nos preocuparmos conosco mesmo, deixando essa tarefa a cargo daqueles que deixarmos que nos amem, isso nos fará de tal forma leves e livres que poderemos voar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;Cada um de nós guarda o melhor e o pior da humanidade. Somos<strong> Hitler e Gandhi</strong>.  Temos tudo pronto aqui dentro, sempre disponível.&#8221; ?Gustavo Gitti [<a href="http://www.nossavia.com.br/comportamento/eu-sequestrei-e-matei-minha-ex-noiva">Nossa Via - Eu sequestrei e matei minha ex-noiva</a>]</em></p>
<p><a href="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/ansiedade-edward-munch.jpg" title="Ansiedade - Edward Munch"><img src="http://www.boombust.com.br/wp-content/uploads/ansiedade-edward-munch.jpg" alt="Ansiedade - Edward Munch" align="left" hspace="5" vspace="5" /></a></p>
<p>Essa noite acordei transpirando muito, assustado com os urros que eu mesmo emitira e que não acordaram só a mim mesmo, mas a todos na casa ? saia eu de mais um pesadelo. Tenho &#8220;sonhos recorrentes&#8221; às vezes (não raro). Eles mudam de tempos em tempos e o sonho/pesadelo de hoje fôra mais um desses que vira e mexe me perseguem. Talvez o pior deles, o mais incômodo.</p>
<p>Um ser, uma entidade, um sei-lá-o-quê (um bicho ou um monstro) tentando sair de dentro do meu corpo ? mas não ao estilo Alien&#8230; o bicho sou eu mesmo. Percebo nitidamente que sou o monstro e o corpo que ele quer deixar. Percebo ambas as personalidades. Uma resiste, embora pareça inerte ? o corpo. Outra insiste, urra, tenta avançar em quem está comigo na cena. ÿ sempre ameaçadora em relação aos demais presentes no quadro do sonho.</p>
<p>O monstro nunca venceu, mas já pregou tantos sustos nas pessoas que dividiam comigo o ambiente (o quarto) que chega a ser hilária a cena da minha ex-esposa me acordando de madrugada de trás de uma pilha de travesseiros, escondida pra não ser pega pelo troço que urra &#8211; rs.<span id="more-1180"></span></p>
<p>Quem nunca teve sonhos recorrentes? Num que me perseguiu por muito tempo, eu não conseguia mais me por de pé, pois não tinha forças nas pernas. Sonhei várias vezes com isso! Deixei de tê-lo depois da minha primeira falência financeira, da qual tento me por de pé até hoje (custando a me aprumar &#8220;sobre as próprias pernas&#8221; &#8211; rs). Noutro, um maldito chicletes vai quebrando os meus dentes e quanto mais eu tento tirá-lo da boca, mais ele se agarra aos meus dentes. Noutro, ainda, eu posso levitar. Levitar não: voar. Livremente. Esse ainda tenho com muita freqüência e o adoro ? nunca quero acordar.</p>
<p>Mas o sonho do eu-monstro dominado por mim mesmo me tira o rebolado. Lendo o texto do Gitti (mencionado aqui, no cabeçalho desse post), enxerguei o monstro do &#8220;pobre&#8221; Gilmar deixando seu corpo, e a &#8220;pobre&#8221;  Evelyn, sem defesa, sucumbindo ao amor torto do ex-noivo. A abordagem corajosa e incômoda do nosso Gustavo Gitti tocou, de uma forma ao mesmo tempo suave e firme, no cerne da questão (acima, sim, dos evidentes entraves de todo nosso sistema social): o nosso corrompido amor.</p>
<p>A Myla propôs uma cartilha (vide comentário no texto do Gitti). Imaginem: uma cartilha que ensinasse nossas crianças, desde a escola, a amar! Porque é claro que não aprendemos quase nada a esse respeito ainda. Aprendemos? Você aprendeu? Onde? Quem lhe ensinou? De onde vieram seus conceitos de amor?  Qual foi a definição que você gravou na sua cabeça? E no seu coração? E o que foi que você ensinou aos seus filhos? Como tem amado seu cônjuge, seus pais, seus amigos? Tá bom assim pra você? Você está feliz assim? Se sente igualmente amado(a) ou tem a impressão de que é menos amado(a) do que merece? Será que &#8220;os seus&#8221; não têm essa mesma sensação de serem pouco amados?</p>
<p>Vou lhes dizer um pouquinho de como tem sido talhado o meu amor:</p>
<p>Ele foi talhado, lá atrás, quando eu ainda lia cartilhas, em mim pelos meus pais ? pobres e sábios ?, mas eu só fui percebê-lo (tarde demais) quando perdi meu pai e, de repente, percebi que precisava fazer por mim mesmo coisas que era ele quem fazia, quando cuidava de mim com &#8220;a comida da sua própria boca&#8221; ? que por tantas vezes eu julguei pouca e ruim, que hoje me faz tanta falta! Levei um tanto de tempo enorme pra entender aquela cartilha que meu pai escrevera e que hoje emprego com meus próprios filhos.</p>
<p>Ele foi talhado, o meu amor, nos meus guarda-roupas bem arrumados por minha ex-esposa, com minhas roupas bem passadas e cheirosas e macias; na comida quentinha no fogão ? tão cheirosa que, quando eu chegava do trabalho à noite em casa, podia sentir seu aroma lá de fora, da rua, todas as noites, cansado; isso depois de ela mesma ter seu próprio dia de cão, cheio de trabalho e de responsabilidades mil, todas regiamente vencidas pela sua capacidade de cuidar primeiro de nós ? seus filhos e marido ? pra, só depois, cuidar de si mesma (quantas oportunidades perdi de fazê-lo por ela!). Ali estava o meu amor! Certamente. Ainda sou cuidado por esse monstro-gigante-do-amor chamado Rosângela, que passo agora dias sem ver, mas nem um único minuto sem amar e ainda me sentir plenamente amado ? acreditem!</p>
<p>O amor foi posto à minha mais inteira disponibilidade em diversas outras oportunidades por pessoas que não saberiam escrever uma cartilha, mas que dominam o tema como ninguém. Meus filhos, que aprenderam sabe-se lá com quem (não foi comigo, pois eu mesmo ainda estou a aprender). Aprenderam com os avós, com a mãe, em vidas passadas, sei lá, só sei que aprenderam totalmente. Aprenderam e me ensinam todos os dias, que o cuidado que se tem com aqueles que são importantes pra gente é muito mais importante do que o cuidado que temos conosco mesmo. Que se cuidarmos do outro, liberamos o outro para que não precise cuidar de si mesmo, porque isso já está sendo feito por nós ? e aí o outro terá a oportunidade de cuidar da gente. E isso funciona incrivelmente, como um círculo virtuoso!</p>
<p>O amor ? o Verdadeiro Amor ? é a única &#8220;entidade&#8221; capaz da vencer os nossos &#8220;monstros interiores&#8221;. A falta dele lhes serve de alimento.</p>
<blockquote><p><em>&#8220;Em nossas ações cotidianas, em nossos pensamentos calados, contribuímos incessantemente para que aconteçam tragédias como a de Gilmar e Evelyn. Eles são o futuro do casal que teimamos em construir em nossas relações. O exemplo perfeito do que acontece quando amor vira apego, quando trancamos o outro para que ele possa enfim nos amar. &#8221; (Gustavo Gitti)</em></p></blockquote>
<p>Para o meu sonho recorrente no qual posso voar, tenho minha interpretação pessoal (eu não consigo fugir da tentação de interpretar meus sonhos como se fossem não premonitórios, mas avisos, toques de algum tipo de &#8220;espiritualidade amiga&#8221;):</p>
<p>Penso que se não nos preocuparmos conosco mesmo, deixando essa tarefa a cargo daqueles que deixarmos que nos amem (eles SEMPRE existem e provavelmente há alguém dessa &#8220;categoria&#8221; nesse exato momento pertinho de você, bem ao seu lado, olhe pro lado&#8230;) isso nos fará de tal forma leves e livres que poderemos voar ? como anjos ? numa viagem tão delirante e surreal quanto pode lhes parecer esse artigo. Eu, que sou editor e autor da categoria de Economia e Negócios desse portal, viajando assim no post do amigo Gustavo &#8211; rs.</p>
<p>Mas aqui no Nossa Via é assim que as coisas são.</p>
<p>Obrigado pelo artigo, Gustavo. Obrigado pela provocação, Myla. Aos demais citados eu agradeço pessoalmente ? um pouco a cada dia, até o final dos meus dias e por todas as vidas futuras que hajam. Senão isso aqui vai ficar parecendo mais um verdadeiro &#8220;<a href="http://www.interney.net/blogs/inagaki/2007/11/19/momento_maguila/" title="Pensar Enlouquece - Pense Nisso">Momento Maguila</a>&#8220;.</p>
<p>Grande abraço!</p>
<p>Wagner Fontoura</p>
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		<title>Por onde flui o capital empreendedor no Brasil</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Nov 2007 02:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Post importado do Nossa Via</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Saiba para onde se dirige o capital empreendedor no Brasil - aquele que viabiliza financeiramente empreendimentos nos seus mais diversos estágios de vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p><em>O capital empreendedor &#8211; que, via de regra,  busca empresas que atuem em mercados de rápido crescimento e vantagens competitivas significativas &#8211; possui fontes diversas de financiamento, e algumas são mais adequadas que outras aos igualmente diversos estágios de formação da empresa, do fluxo de caixa do tomador, dos montantes e das regras e restrições impostas pelo financiador.</em></p></blockquote>
<p>No estágio de <strong>Concepção</strong> da empresa (ou de projeto), as fontes mais indicadas são as reservas / poupança do próprio empreendedor &#8211; ou de pessoas das suas relações pessoais de quem possa tomar por empréstimo, como familiares e amigos próximos. Os chamados <strong>angels investors</strong> também atuam muito fortemente em empreendimentos nesta fase de projeto. Neste momento, a receita é zero e o fluxo de caixa negativo, mas não muito ainda, porque, via de regra, este estágio ainda demanda poucos investimentos efetivos, tais como o elaboração do <a href="http://www.meiobit.com/internet/o_fim_do_plano_de_neg_cio" title="O fim do plano de negócio? Meio Bit"><strong>Plano de Negócio</strong></a> , o desenvolvimento de estudos e projetos e pesquisas preliminares de mercado.</p>
<p>Já no estágio seguinte &#8211; que vamos chamar aqui de <strong>Start-up</strong> &#8211; onde se desenvolvem protótipos, projetos-piloto, novas pesquisas de mercado, aquisições de máquinas e equipamentos e onde pode-se começar a contratar mão-de-obra, onde a receita ainda é muito baixa e oscilante e o fluxo de caixa é mais fortemente negativo &#8211; a principal opção de fonte de recursos de terceiros é quase sempre o capital empreendedor (também chamado capital de risco ou venture capital) e, eventualmente, parceiros potenciais de negócios. Para atrair esse tipo de investidor a empresa deve apresentar potencial de crescimento expressivo, atuar em mercados atraentes, com produtos e / ou serviços competitivos e preferencialmente inovadores.</p>
<p>No estágio seguinte de vida de uma empresa &#8211; o <strong>Inicial</strong> &#8211; esse leque sempre aumenta, visto que, com o desenvolvimento dos negócios os financiamentos bancários começam a existir e a empresa tende a ter fluxo de caixa suficiente (embora, quase sempre ainda relativamente baixo) para arcar com os juros e amortizações cobrados por este tipo de financiador. Isso sem contar que neste estágio começam a surgir possíveis recursos de incentivos fiscais e de clientes (receitas) mais regulares.</p>
<p>Na fase de <strong>Expansão</strong> da empresa, dependendo do seu grau de maturidade e do montante de recursos a ser aportado, o private equity surge como possibilidade real a ser considerada &#8211; sempre com alguma perda de liberdade por parte do empreendedor, em função da necessidade de passar a ter que informar os investidores de forma mais sistemática a respeito de tudo o que diz respeito à gestão do negócio.</p>
<p>Para empresas mais <strong>Maduras</strong> e robustas, o mercado aberto de ações, através de emissões públicas, além de todas as opções anteriores, surge como um possibilidade a ser considerada.</p>
<p>Fundos de capital empreendedor são geridos por uma empresa administradora e seus sócios são investidores de longo prazo.</p>
<p>Um tipo de fundo bastante comum no mercado brasileiro são as holdings; e existe ainda subsidiárias corporativas de instituições financeiras ou de grandes empresas, cujos recursos são provenientes do caixa dessas instituições.</p>
<p>Os processos fundamentais do capital de risco, normalmente, são:</p>
<p>1. Captação<br />
2. Seleção<br />
3. Análise<br />
4. Investimento<br />
5. Acompanhamento<br />
6. Desinvestimento</p>
<p>Mas isso é assunto para um outro post. Até lá!</p>
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