O G1 elaborou um guia com dicas para evitar internautas inconvenientes, onde você pode fazer um teste pra ver se você mesmo não se enquadra na categoria de chato da internet.
Abaixo eu replico uma pequena parte do texto, como aperitivo, mas o impagável mesmo, pra mim, são os comentários lá do artigo original. Chatos não gostam de ser chamados de chatos e não se mancam mesmo – até porque são chatos, ora.
Divirta-se!
Definição do chato da internet: “um sujeito que faz você questionar se sua existência virtual realmente vale a pena. ” Muito boa!
- Quanto mais informações você divulga, mais disponível ficará. Se publicar na internet seu e-mail, por exemplo, qualquer pessoa ficará a vontade para lhe contatar.
- O status do messenger deve ser respeitado. Se você mostrar que está ocupado, tem todo direito de ignorar aquele colega que quer bater papo.
- Supere o medo de dizer “não”. Você não é obrigado a acrescentar um estranho no Orkut somente porque conversou com ele na fila do banco.
- Se não gostar, reclame. Não há problema em pedir, de forma educada, que seu amigo apague do fotolog aquela foto que lhe compromete.
- Dificulte o acesso de desconhecidos. Nas redes sociais, por exemplo, é possível receber recados somente escritos pelos amigos.
- Só divulgue um blog se gostar dele. Não é porque um blogueiro publicou o link de sua página que você precisa fazer o mesmo com o site dele.
- Não alimente o chato virtual. Quanto mais atenção você der e mais atender às suas demandas, mais ele vai lhe procurar.
“O modelo de comunicação de massa está doente. O vírus que o ataca tem nome e endereço: mídia social.” Marcelo Coutinho, Ibope.

Ética jornalística, credibilidade do conteúdo divulgado pelos blogs e a interferência das marcas da imprensa na aproximação com os internautas foram apenas alguns dos muitos temas levantados ontem no encontro entre jornalistas e blogueiros promovido pela Editora Globo em parceria com a Bites, capitaneada pelo evangelista Manoel Fernandes.
Jornalistas nitidamente interessados em descobrir as melhores formas de se criar conecções com a sua audiência formaram uma platéia altamente interativa, atenta, crítica e, apesar das limitações impostas pelo tempo, pelo formato do evento e ainda por alguma falta de jeito, o resultado foi mais uma boa degustação dessa “sopa primordial” que temos cozinhado chamada blogosfera.
O que foi pensado como workshop acabou virando meio que uma oficina misturada com desconferência, e isso graças à boa disposição de participantes e organizadores em privilegiar o conteúdo (e a oportunidade) das conversas, em detrimento de qualquer outra menos importante naquele momento.
Nada da balela do fatídico e suposto “confronto entre jornalistas e blogueiros”, que só interessa aos dinossauros de plantão de ambos os lados – como se houvesse mesmo dois lados nessa história.
Engraçado foi ver o tema mais recorrente entre blogueiros ser trazido à tona dessa vez por jornalistas – remuneração das atividades na blogosfera – não como crítica mas com curiosidade e percepção de interesse; mais engraçado ainda foi ver blogueiros ainda constrangidos ao tocar no assunto quando eu já imaginava que essa fosse uma questão bem resolvida e madura no atual estágio da blogosfera. Não é. A gente chega lá. De qualquer forma, aquele não era mesmo o fórum pra se tratar esse tipo de assunto. Ou até poderia ser, mas, certamente não o melhor momento.
O encontro deixou um gosto de “quero mais” dos dois lado. Cynthia de Almeida, diretora editorial adjunta da Editora Globo, nossa anfitriã no evento, acabou por deixar o convite para estendermos as conversas e criarmos ações efetivas na direção dessa integração entre esses grupos de diferentes mídias, no sentido de seguirmos construindo juntos um caminho em comum que possa ser interessante pra todo mundo. Convite aceito.
Obrigado, mais uma vez ao Manoel Fernandes, esse sim um verdadeiro evangelista dessa aproximação entre blogueiros e outras mídias, entre blogueiros e empresas, entre blogueiros e oportunidades significativas de negócios e por aí vai.
Para saber mais dobre o encontro, visite o blog criado pela Editora Globo para este fim – o Redação 2.0




Muito engraçado: ao receber o newsletter da Bites (vale a pena conferir) falando sobre a parceria entre o Mercado Livre e os blogs estar rendendo bons frutos e lucros para os dois lados, mandei o referido link pra alguns amigos e algumas pessoas me perguntaram “ah, então é assim que vocês estão ficando ricos?” kkkkkkkkkkk
Ainda não deu para tanto, mas já dá pra começar a pagar o juro do cheque especial e pra acenar com promessas pra breves acertos com os credores mais irados – rs. Já é um começo…
O Jobson Lemos, citado na matéria da Bites postou ainda hoje sobre mais uma iniciativa sua em relação a esse assunto. Confira aqui: Vamos ganhar dinheiro juntos, com o Mercado Livre?
Bem, eu já estou com ele nessa, então, nada mais a fazer senão esperar que o bolo cresça, cresça!
A BITES organizará para os jornalistas da Editora Globo (11 revistas regulares, publicações on-line e projetos especiais), em São Paulo, dia 26, um workshop cuja proposta é discutir com jornalistas que já usam a internet e têm blogs, como se poderia aproveitar de forma plena o uso desses recursos.
Não é pretensão dessa audiência discutir teorias ou modelos de negócio em relação ao que está acontecendo com o jornalismo atual. O objetivo do encontro é compartilhar questões práticas com os profissionais da Globo, com vistas a ampliar o raio de ação das informações que eles trabalham diariamente em seus sites, blogs ou até mesmo nas publicações offline.
O modelo da apresentação segue o formato de um talk-show, uma espécie de Jô Soares das redes sociais. Os painéis serão mediados pela BITES e cada um terá 1 hora de duração. Depois haverá uma apresentação comum de 20 minutos feita por um dos convidados do painel. Os 40 minutos restantes seriam utilizados para um amplo debate com a audiência.
Eis o roteiro do encontro:
09h – Abertura
• Cynthia de Almeida – Diretora editorial-adjunta Editora Globo
09h15 – Coversas com hiperlinks: uma nova face para o jornalismo
• Marcelo Coutinho – Ibope Inteligência
• René de Paula – Evangelista Microsoft Brasil
• Wagner Fontoura – Coworkers
10h – Como aproveitar os serviços de mídia social para propagar notícias
• Pedro Markun – Jornal de Debates
• Ricardo Cabianca – Cabianca.net
• Rafael Ziggy – Sim, Viral / Knowtec
11h – Escrevendo com palavras-chave
• Aloisio Sotero – BPO da Dufry
• Jobson Lemos – Secundum
• Guilherme Valadares – Papo de Homem
Essa semana, reforçando a linha por mim adotada desde sempre no Boombust, de tratar aqui de oportunidades de empreendimentos não apenas na blogosfera, mas também nos mais diversos canais de mídia social no Brasil, decidi aceitar um desafio proposto pela empresa que é líder no mercado de desenvolvimento de publicidade via mídias sociais – a Riot.
Passo a gerenciar a área de conteúdos de mídias sociais da empresa, que tem sede em São Paulo, onde fico, agora, definitivamente baseado, função na qual fui antecedido pelos ilustres e indefectíveis Alexandre Inagaki e Ian Black – aliás, função para a qual fui indicado/referenciado (respectivamente) à empresa pelos meus antecessores, pelo que lhes sou publicamente grato.
“Nossa estratégia é identificar e trabalhar grandes conectores sociais e formadores de opinião dentro das redes da internet, criando um esforço concentrado para que eles recebam a mensagem e divulguem de forma natural.” Riot
Com foco nas mídias sociais, a Riot conta com diversas ferramentas próprias de comunicação para fazer com que estes conectores se encaixem, produzindo resultados para anunciantes e oportunidades para os novos canais de mídia social, de forma absolutamente inovadora e, consequentemente, saindo na frente na construção e liderança desse novíssimo mercado em formação.
Além de agência de e-marketing, a Riot é também produtora online e conta com uma incrível equipe multidiciplinar, somando suas competências no desenvolvimento de campanhas baseadas nos mais diversos canais de mídia social.
Absolutamente nada.
Aliás, não muda nada em relação ao Boombust, nem em relação às minhas demais atividades na rede – leia-se HiTech Live Blogs, do qual continuo sócio e co-gestor, Cabianca/POP à qual continuo associado, Lojas Mercado Livre, das quais continuo parceiro e Nossa Via, de cujo conselho continuo participando.
O que pode ser esperado, isso sim, é que o Boombust se fortaleça com mais essa empreitada e se firme como uma porta de acesso a informações relevantes para quem sempre buscou aqui no blog um norte para empreender a partir do seu próprio blog.
Pro alto e avante!
Wagner Fontoura
Grupo devidamente criado para hospedar os debates que darão última forma ao projeto A Efigênia vai à Escola, cujo objetivo principal, recapitulando, é:
Apresentar ferramentas de mídia social (blogs, fotologs, videologs, podcasts, wikis, redes sociais e outras) ao maior número possível de pessoas que ainda não as conheçam, convidá-las e capacitá-las ao uso destas ferramentas.
Para acessá-lo e acompanhar todo o trabalho, desde já, é só clicar aqui -> http://groups.google.com.br/group/a-efigenia-vai-a-escola
A partir desse instante, aqueles que se manifestaram no post dos Aspiras da Efigênia começarão a ser convidados a integrarem-se ao grupo como membros.
Se até o final dessa semana você, que manifestou lá atrás interesse em participar, não tiver recebido o convite do Google Group, basta reclamar aqui mesmo, no campo de comentários.
Se você não se manifestou lá atrás, mas quiser participar ativamente dos trabalhos, pode fazer o mesmo, manifestando-se nos comentários desse post.
Independente disso, qualquer um pode acompanhar o que estaremos tratando lá abertamente, pois o grupo foi criado como “público”, embora, para postagens e edição de páginas esteja restrito aos membros convidados (vide especificações de acesso abaixo).
a-efigenia-vai-a-escola@googlegroups.com
Feeds Últimas 15 mensagens (RSS) – Exibir todos os feeds disponíveis (RSS e Atom)
O próximo passo, assim que todos os e-mails de convite forem respondidos e o grupo estiver completo, será a definição dos temas a serem levados à apresentação das mídias sociais nas salas de aula. Em seguida, pela ordem, definiremos os conteúdos, a agenda e aí, então, já partiremos para a próxima etapa – a de campo.
Vale dizer que temos recebido apoios importantes de entidades ligadas à educação e à cultura, de setores da imprensa tradicional e de ícones das diversas mídias sociais. E também vale ressaltar que temos ótimos críticos de plantão, de olho na gente, prontos pra nos ajudar a evitar tropeços e mancadas indesejáveis, pelo que lhes seremos sempre gratos.
Vamos em frente!
Wagner Fontoura
“No princípio, eram os nerds. E antes que se pudesse entender direito que tribo era aquela, vieram os escovadores de bits, os geeks, os novos geeks, os noobs, a comunidade gamer, a turma do mooding, a galera dos blogs, os acadêmicos da robótica, a militância do software livre…”
Assim foi tratada pela imprensa a Campus Party, também apelidada de “Carnaval dos Nerds”, “Woodstock da Tecnologia”, “São Paulo Fashion Geek”, “Nerdstock”, festa na qual estive imerso juntamente com outros tantos mais de mil, há menos de 30 dias.
Queria mencionar duas iniciativas bem legais que vi acontecer lá dentro da festa geek e das quais voltei a ter notícias hoje:
O projeto Blogumentário é uma parceria da agência LiveAd com a Gafanhoto e a Zeppelin Filmes. O StartupCamp, uma rede de apoio formada por empreendedores, investidores de estágio inicial, instituições de auxílio ao empreendedor, incubadoras e centros acadêmicos.
Acompanhe o Blog do Blogumentário (dica legal do Marco Gomes hoje no Twitter), e assista os vídeos com os depoimentos dos startupcampers no Gafanhoto para saber de iniciativas de empreendimentos bem legais levadas a cabo por algumas figuras que já são quase arroz de festa nesse blog.
Abaixo um “tira-gosto” pra você ter uma idéia do que encontrará por lá:
Ah, se você procurar bem por lá, vai encontrar depoimentos meus também. Confira, vote nos seus vídeos prediletos para promovê-los na rede da Gafanhoto e deixe seus comentário, se possível lá e cá.
