Comportamento dos millennials – Vídeo

novembro 10th, 2010

Resultado de diversos estudos realizados pela BOX1824 nos últimos 5 anos, o vídeo abaixo é a essência de TUDO o que motivou a criação deste blog; na verdade é assência de TUDO o que motivou o que sou e o que faço hoje. Talvez seja a essência de TUDO o que faça sentido na SUA vida, inclusive. Confira.

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

Phoenix e Arcade Fire na trilha vão de bônus.

Dica do amigo Tarja

Dez formas de ser um idiota no Twitter [Sic et simpliciter]

julho 29th, 2010

Darren Barefoot e Julie Szabo vaticinam no seu ótimo Friends with benefits, traduzido para o português pela Ed. Novatec como Manual de Marketing em Mídias Sociais:

“Evite estes dez pecados do Twitter se não quiser parecer uma pessoa completamente desnorteada ou extremamente cruel com seus seguidores:”

  1. Enviar mensagens diretas automaticamente para saudar cada novo seguidor
  2. Usar o Twitter como agregador de tudo
  3. Republicar seus tweets na sua página do Facebook ou em posts do blog
  4. Afastar-se do tópico com frequência
  5. Ter longas conversas privadas em público
  6. Ignorar o contexto
  7. Empregar spam bots
  8. Tweetar em excesso (ninguém gosta de matracas)
  9. Ficar obcecado pelo seu número de seguidores
  10. Ignorar respostas @

O livro cumpre seu papel de manual de boas práticas de marketing nas redes sociais. Recomendo.

Quando a publicidade é uma mentira

abril 1st, 2010

Edmar Bulla, publicitário formado pela ESPM com especialização em Marketing Digital pela Harvard Business School, conhecido e respeitado no mercado por ter sido, dentre outras coisas, a mente por trás das ações de marketing online da Nokia,  agora deu para compartilhar publicamente seu diário virtual num blog chamado sugestivamente de Sulfúrico. Hoje pela manhã peguei no seu perfil no Twitter – @edmarbulla – o link que me levou ao post  O digital e o pessoal da festinha. Achei tão apropriado para um 1º de abril falar das mentiras que as agências contam para as empresas.

“…o mercado está repleto do “pessoal da festinha” – aqueles que sabem investir bem a grana da empresa numa orgia bacanuda, contratar celebridades, pagar uma fortuna por um show privado e ganhar alguns espaços nas colunas sociais (com a marca aparecendo bem discreta atrás do nome da fulaninha vestindo D&G), que gloriosamente vão apresentar como resultado de mídia. Geralmente é assim: “se fôssemos comprar este espaço, teríamos que pagar uma fortuna, Sr. Presidente!”. “E daí, como ninguém tem como provar nada mesmo, todo mundo acredita. E tudo fica como está. E vamos liberando o pagamento que o fornecedor das pulseirinhas ligou cobrando!”  [Bulla]

Entrei no mercado de publicidade online anos atrás num momento em que as poucas agências que tentavam se especializar em mídias sociais batiam cabeça e trocavam os pés pelas mãos. Algumas adotavam experiências nem sempre éticas,  muitas vezes, mal sucedidas e quase todas baseadas na crescente visibilidade das chamadas novas mídias – os blogs e comunidades em redes diversas.

A mentira, a omissão do teor publicitário de ações e conteúdos e o fake já eram práticas usadas por agências mal intencionadas, aceitas por produtores de conteúdo imaturos e/ou deslumbrados e/ou de péssimo caráter mesmo.

Levou algum tempo até que o próprio mercado consumidor começasse a separar o joio do trigo e até que o mercado fornecedor aprendesse com suas próprias tentativas e erros. Mas aconteceu. No geral, aconteceu. Um novo mercado se abriu, se consolidou e o que era apenas uma trilha tornou-se um caminho pavimentado e cá estamos nós. Os sobreviventes.

Antes disso, era o tempo em que blogueiros e jornalistas se comportavam como  antagonistas (2007/2008); depois disso, o antagonismo migrou para a publicidade – “morte à mídia online tradicional, gráfica; vida longa às novas mídias, as sociais” (2009/2010).

Grandes agências agora batem cabeça na tentativa de trazer para o seu universo as tais possíveis e desejadas ações de interação e engajamento da massa que habita e produz opiniões na web. Outras grandes empresas, em segmentos variados, seguem a mesma tendência; emissoras de TV e editoras de impressos se embrenham pelo novo caminho. Vários dos melhores centros acadêmicos se estruturam para formar o profissional do novo marketing de redes sociais. Além disso, grandes eventos são promovidos onde as marcas de maior prestígio discutem e compartilham suas primeiras experiências nesse novo mundo – em que todo dia é preciso dialogar cara-a-cara com o consumidor. Não se pergunta mais “se  se deve fazer”, mas “como fazer? Quais as melhores práticas? Como mensurar o retorno sobre este tipo de investimento?”.

Vejo grandes e importantes centros de pesquisa acadêmica e mercadológica desenvolvendo plataformas para gestão, mensuração e controle do retorno e eficácia das ações de comunicação e marketing. Gente séria desenvolvendo pesquisas e instrumentos de gestão de resultados em ações de marketing digital. Exemplo disso é o trabalho que vem sendo desenvolvido pelo professor Mitsuru Yanaze (ECA-USP), doutor em Comunicação Institucional (ECA-USP), mestre em Administração Mercadológica (Michigan State University/EUA), especialista em Administração de Empresas pela FGV e consultor para empresas como Petrobrás, Toyota, Basf, Odebrecht e Santander.

Num cenário como este – lamentavelmente – também ainda vejo blogueiros e afins se expondo em vitrines que deveriam portar as marcas anunciantes. Ainda vejo “o pessoal da festinha” tentando respirar o pouco ar que lhes resta, tentando iludir as marcas e a população com pirotecnias e mentiras, cujo único resultado mensurável é o grau de risco ao qual são submetidas algumas marcas incautas, mal assistidas pelo seu pessoal de comunicação e/ou por empresas boas em se auto-promover, mas péssimas em oferecer resultados que prestem. Também vejo panelas de blogueiros-estrelinhas da 1ª geração que se esfriam enquanto suas relevâncias se esvaem caindo no descrédito e no limbo, enquanto outros (felizmente) se organizam de forma profissional, transparente, ética e criativa.

No “Dia da mentira” um pouco de verdade nas relações entre pessoal/empresas de comunicação e seus chefes/clientes e destes com o consumidor (nós), não seria nada mal. Certamente ajudaria a diminuir o tempo no qual estaremos voando em céu de brigadeiro – quando será fácil convencer com fatos e números as empresas de que as mídias sociais são campo fértil para os seus investimentos de comunicação – com base em algumas palavrinhas-chave fundamentais: monitoramento, transparência, ética, RELACIONAMENTO. É disso que as empresas viverão de agora em diante, da capacidade de construir RELACIONAMENTOS de fato com seus consumidores. Já as áreas/empresas de comunicação viverão das suas capacidades de gerar e apresentar RESULTADOS de fato com a gestão desse relacionamento que as marcas terão que construir. Pensem nisso.

Perfil dos brasileiros nas Redes Sociais

fevereiro 3rd, 2010

A AgênciaClick realizou um radar completo e atualizado do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Confira:

Ficha técnica:
Vice Presidente de Criação: Raphael Vasconcellos
Diretora de Criação: Juliana Constantino
Redação: André Pinheiro, Estêvão Queiroga
Direção de Arte: Diego Araújo
Direção de Vídeo: Steve ePonto
Edição: Fernando Colares
Animação: Fabrício Lúcio, Fernando Colares
Planejamento, Pesquisa e Concepção: Douglas Mello, Marina Pires
Locução: Estêvão Queiroga
Trilha e efeitos sonoros: Angels

(dica do @comunicadores no Twitter)

O mito da dificuldade de medir resultados e ROI em mídias sociais

janeiro 31st, 2010

Ainda não entendeu como convencer o seu chefe (ou o seu cliente) a investir em mídias sociais? A Foreplay deu + uma dica quente no Twitter: Social Media ROI

Como convencer seu chefe e/ou seu cliente a investir em mídias sociais

janeiro 27th, 2010

Atendendo a pedidos de algumas pessoas presentes no painel de debates “Mídias Sociais nas Corporações” do qual participei na 3a edição brasileira da Campus Party, onde sustentei que é fácil convencer o seu chefe (ou o seu cliente) a investir em mídias sociais, segue abaixo um link divertido e inteligente que faz a defesa do meu discurso.

Meu ponto de vista, compartilhado e demonstrado no slideshare abaixo, baseia-se (1)na minha experiência de 20 anos como executivo de grandes corporações nas quais EU era o decisor dos investimentos e (2)no fato de agora, do outro lado da mesa, eu estar vivendo uma visível experiência de sucesso ao me estabelecer como empresário nesse universo de comunicação em mídias sociais, me pautando na regra mais básica e importante de qualquer negócio: empresas inteligentes só investem em iniciativas que reduzam seu custos ou aumentem suas vendas. Simples assim.

Se você não consegue demonstrar para o seu cliente o potencial retorno sobre o investimento que está sendo proposto, isso não significa que isso seja menos importante. Esteja certo de que “o contratador” será cobrado e investimentos em ações que só representem mais um custo na vida das empresas têm vida curta.

Número de impressões, page views, visitantes únicos, retuítes, número de followers e todas as outras métricas que já conhecemos bem e apregoamos em mídias sociais sinalizam sim o sucesso de ações em mídias sociais, mas contam apenas uma parte (importante, mas apenas uma parte) da história; não se limita a isso o retorno desejado pelo cliente, ou pelo seu chefe se ele não for exatamente do tipo “a mãe do ano” – acredite. O impacto pós ações no caixa da empresa, seja a curto, médio ou longo prazo é a outra face da moeda.

Controverso? Difícil? Improvável? Impossível? Hummm… talvez seu chefe ou seus clientes sejam mais complacentes. Sorte a sua.

;)

Mídia social não pode mais ser uma preocupação apenas da área de Marketing

janeiro 14th, 2010

Clique na imagem para acessar o site da Coworkers

O consumidor, que era receptor de informações, passa a ser responsável pela reputação do produto. [Edmar Bulla, Nokia]

Quando empresas do porte da Nokia entendem claramente o peso do fato de terem seus consumidores estabelecendo on-line a reputação dos seus produtos e a importância disso para os seus negócios, então é chegado o momento de buscar formas de posicionar sua marca com segurança e de forma sustentável frente às mídias sociais.

Já não é exigir demais das marcas que entendam que não basta usarem essas novas e já super poderosas mídias para “fazer propaganda na Web”, nos mesmos e velhos moldes que se fazia antes nas velhas mídias. Mídia social não pode mais ser uma preocupação apenas da área de Marketing, mas do jurídico, do RH, do comercial, do operacional, de TODA a empresa. Esse tem sido pra mim um tema recorrente em debates com amigos que atuam no meio, como Diego Monteiro, Juliano Spyer e Guilherme Nunes.

Conversando essa semana com Manoel Fernandes a este respeito, o editor da Revista Bites me inquiria sobre o quanto os presidentes / donos das empresas já seriam permeáveis a esta realidade. Em resposta pude lhe afirmar que muitos daqueles com quem já convivo no meu universo profissional sim. E é por isso que desde o final do ano passado me dedico a fazer da Coworkers Mídias Sociais uma empresa de comunicação nessas mídias, indo além de oferecer aos nossos clientes exclusivamente “publicidade em mídias sociais”.

Por conta desse posicionamento, decidi me desinstalar da Riot, empresa pioneira e líder no mercado de publicidade em mídias sociais no Brasil e na América Latina, com quem colaborei orgulhosamente nos últimos 2 anos, para me dedicar a uma nova empreitada: alavancar, pela Coworkers, empresas que já investem (ou não) em publicidade nesse segmento a um novo patamar, posicionando-as COMO UM TODO frente a estas mídias.

Hoje em sede própria na capital paulista, a Coworkers está estruturada e assistida por profissionais nas áreas de consultoria, planejamento, atendimento e operações, além de contar com profissionais de reconhecido prestígio em mídias sociais no seu Conselho de Administração.

Conta ainda com parceiros de negócios que complementam nossos serviços, como a Café Azul (mídia digital e mobile marketing) e a i9 Social Media (editoria de conteúdo em mídias sociais), além da própria Riot (publicidade em mídias sociais) já mencionada.

Responsável direta pela presença na rede social de empresas como o STB – Student Travel Bureau e a H.Stern, dentre outras, a Coworkers reforça sua posição no mercado, oferecendo às empresas serviços completos de comunicação em mídias sociais.

Estes serviços não se restringem a fazer “propaganda em veículos de mídia social”, mas passam pela definição das melhores práticas na rede, práticas a serem evitadas, diretrizes de posicionamento jurídico em relação à web 2.0, uso de ferramentas de mídias sociais no RH da empresa, na área comercial, na institucional, enfim, inserem as novas mídias no DNA da empresa, inserindo-a, consequentemente, no mundo da Internet social. Tudo com base nas melhores práticas preceituadas pela Womma, organização internacional que nos serve de bússola e cujas diretrizes apoiamos e seguimos. [Wagner Fontoura, Coworkers]