A AgênciaClick realizou um radar completo e atualizado do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Confira:
Ficha técnica:
Vice Presidente de Criação: Raphael Vasconcellos
Diretora de Criação: Juliana Constantino
Redação: André Pinheiro, Estêvão Queiroga
Direção de Arte: Diego Araújo
Direção de Vídeo: Steve ePonto
Edição: Fernando Colares
Animação: Fabrício Lúcio, Fernando Colares
Planejamento, Pesquisa e Concepção: Douglas Mello, Marina Pires
Locução: Estêvão Queiroga
Trilha e efeitos sonoros: Angels
(dica do @comunicadores no Twitter)
Ainda não entendeu como convencer o seu chefe (ou o seu cliente) a investir em mídias sociais? A Foreplay deu + uma dica quente no Twitter: Social Media ROI
Atendendo a pedidos de algumas pessoas presentes no painel de debates “Mídias Sociais nas Corporações” do qual participei na 3a edição brasileira da Campus Party, onde sustentei que é fácil convencer o seu chefe (ou o seu cliente) a investir em mídias sociais, segue abaixo um link divertido e inteligente que faz a defesa do meu discurso.
Meu ponto de vista, compartilhado e demonstrado no slideshare abaixo, baseia-se (1)na minha experiência de 20 anos como executivo de grandes corporações nas quais EU era o decisor dos investimentos e (2)no fato de agora, do outro lado da mesa, eu estar vivendo uma visível experiência de sucesso ao me estabelecer como empresário nesse universo de comunicação em mídias sociais, me pautando na regra mais básica e importante de qualquer negócio: empresas inteligentes só investem em iniciativas que reduzam seu custos ou aumentem suas vendas. Simples assim.
Se você não consegue demonstrar para o seu cliente o potencial retorno sobre o investimento que está sendo proposto, isso não significa que isso seja menos importante. Esteja certo de que “o contratador” será cobrado e investimentos em ações que só representem mais um custo na vida das empresas têm vida curta.
Número de impressões, page views, visitantes únicos, retuítes, número de followers e todas as outras métricas que já conhecemos bem e apregoamos em mídias sociais sinalizam sim o sucesso de ações em mídias sociais, mas contam apenas uma parte (importante, mas apenas uma parte) da história; não se limita a isso o retorno desejado pelo cliente, ou pelo seu chefe se ele não for exatamente do tipo “a mãe do ano” – acredite. O impacto pós ações no caixa da empresa, seja a curto, médio ou longo prazo é a outra face da moeda.
Controverso? Difícil? Improvável? Impossível? Hummm… talvez seu chefe ou seus clientes sejam mais complacentes. Sorte a sua.

O consumidor, que era receptor de informações, passa a ser responsável pela reputação do produto. [Edmar Bulla, Nokia]
Quando empresas do porte da Nokia entendem claramente o peso do fato de terem seus consumidores estabelecendo on-line a reputação dos seus produtos e a importância disso para os seus negócios, então é chegado o momento de buscar formas de posicionar sua marca com segurança e de forma sustentável frente às mídias sociais.
Já não é exigir demais das marcas que entendam que não basta usarem essas novas e já super poderosas mídias para “fazer propaganda na Web”, nos mesmos e velhos moldes que se fazia antes nas velhas mídias. Mídia social não pode mais ser uma preocupação apenas da área de Marketing, mas do jurídico, do RH, do comercial, do operacional, de TODA a empresa. Esse tem sido pra mim um tema recorrente em debates com amigos que atuam no meio, como Diego Monteiro, Juliano Spyer e Guilherme Nunes.
Conversando essa semana com Manoel Fernandes a este respeito, o editor da Revista Bites me inquiria sobre o quanto os presidentes / donos das empresas já seriam permeáveis a esta realidade. Em resposta pude lhe afirmar que muitos daqueles com quem já convivo no meu universo profissional sim. E é por isso que desde o final do ano passado me dedico a fazer da Coworkers Mídias Sociais uma empresa de comunicação nessas mídias, indo além de oferecer aos nossos clientes exclusivamente “publicidade em mídias sociais”.
Por conta desse posicionamento, decidi me desinstalar da Riot, empresa pioneira e líder no mercado de publicidade em mídias sociais no Brasil e na América Latina, com quem colaborei orgulhosamente nos últimos 2 anos, para me dedicar a uma nova empreitada: alavancar, pela Coworkers, empresas que já investem (ou não) em publicidade nesse segmento a um novo patamar, posicionando-as COMO UM TODO frente a estas mídias.
Hoje em sede própria na capital paulista, a Coworkers está estruturada e assistida por profissionais nas áreas de consultoria, planejamento, atendimento e operações, além de contar com profissionais de reconhecido prestígio em mídias sociais no seu Conselho de Administração.
Conta ainda com parceiros de negócios que complementam nossos serviços, como a Café Azul (mídia digital e mobile marketing) e a i9 Social Media (editoria de conteúdo em mídias sociais), além da própria Riot (publicidade em mídias sociais) já mencionada.
Responsável direta pela presença na rede social de empresas como o STB – Student Travel Bureau e a H.Stern, dentre outras, a Coworkers reforça sua posição no mercado, oferecendo às empresas serviços completos de comunicação em mídias sociais.
Estes serviços não se restringem a fazer “propaganda em veículos de mídia social”, mas passam pela definição das melhores práticas na rede, práticas a serem evitadas, diretrizes de posicionamento jurídico em relação à web 2.0, uso de ferramentas de mídias sociais no RH da empresa, na área comercial, na institucional, enfim, inserem as novas mídias no DNA da empresa, inserindo-a, consequentemente, no mundo da Internet social. Tudo com base nas melhores práticas preceituadas pela Womma, organização internacional que nos serve de bússola e cujas diretrizes apoiamos e seguimos. [Wagner Fontoura, Coworkers]
Sob a consultoria de Jorge Felix, com licença de uso creative commons e organização do Manoel Fernandes, da Revista Bites, foi lançado pela W3 Editora o livro Do Broadcast ao Social Cast.
“Fruto de uma inspiração coletiva”, como diz o próprio Manoel, foram reunidos pensamentos, idéias, visões e conceitos de vários autores convidados (dentre eles eu) sobre “como as redes estão transdormando o mundo dos negócios”.
“Quando Coca-Cola, Microsoft, IBM, Wal-Mart, LG, Nokia, Editora Abril, Tecnisa e Rede Globo entram com disposição nesse universo [das redes sociais], vale a pena refletir por que outras marcas ainda não tiveram coragem para fazer o mesmo movimento.” Manoel Fernandes [leia mais...]
No livro me encontro ladeado por alguns dos meu próprios grurus de mercado como Bruno Fiorentini [Yahoo], Caio Túlio Costa [Fac. Casper Líbero], Marcos Souza Aranha [iChimps], Alessandro Barbosa Lima [E-Life], Romeo Busarello [Tecnisa], Marcelo Coutinho [Ibope/FGV], Silvio Meira [CESAR] e o próprio Manoel Fernandes, dentre vários outros.
O lançamento do impresso está sendo organizado para acontecer num debate entre os autores, mediado pelo Manoel Fernandes em local e data ainda por serem definidos, mas você já pode ter acesso ao material disponibilizado para download clicando na imagem ao lado, no topo da barra lateral aqui do blog ou clicando aqui.
Como ganhei do editor alguns poucos exemplares já impressos e encadernados, vou distribuí-los entre os primeiros que manifestarem interesse em recebê-los aqui nos comentários deste post.
Confirmando local e data do lançamento oficial eu volto aqui e faço um update do post informando.
“Se levarmos em conta que uma marca é, na sua essência, uma informação sobre um produto (e/ou quem o consome), e que ela está sempre associada a um determinado conteúdo que pode ser digitalizado (uma foto, uma música, um comercial, etc), temos uma primeira pista para empresas que desejam ser bem-sucedidas no mundo do socialcast: a marca deve agir para aumentar o capital social de alguns integrantes da sua rede de consumidores potenciais. Os anunciantes podem fazer isto através de iniciativas que aumentem a capacidade de comunicação dos indivíduos, permitam a eles adquirir (e exibir) expertise, utilizem seu conhecimento para vencer competições ou desenvolver processos colaborativos que podem resultar em gratificações de ordem emocional altruística (a satisfação de ajudar os outros), emocional competitiva (o reconhecimento da sua capacidade), operacional (maneiras mais eficientes de realizarem atividades importantes para eles) e/ou financeira.” Marcelo Coutinho [leia mais...]
Oficina Executiva
Social Media Marketing
Como planejar adequadamente uma Estratégia de Mídia Social para sua Marca
A JumpEducation promoverá no dia 28 de outubro a Oficina Executiva sobre Social Media Marketing, gostaríamos de convidá-lo(a) a participar conosco.
As redes sociais são as “vedetes” do mundo digital, não resta dúvida. Nomes como Twitter, Facebook, YouTube, Orkut passaram a fazer parte do cotidiano de milhões de pessoas mundo afora, oferecendo novas e revolucionárias maneiras de interação, comunicação e –o mais importante para as empresas – engajamento a marcas, produtos e serviços.
Num cenário onde a publicidade mais tradicional vem sendo cada vez mais questionada, e a participação e o diálogo com o consumidor vêm mostrando sinais de que são consideradas mais efetivas em termos de obtenção de resultados, torna-se obrigatório para as empresas entender como estabelecer um plano de comunicação adequado às redes sociais.
Esta Oficina Executiva mostrará os assuntos mais importantes relacionados à construção de uma estratégia de mídia social, oferecendo de maneira compacta os tópicos indispensáveis para o desenvolvimento desta estratégia, formas de monitoramento de marcas, métricas de sucesso e cases study. Um investimento com retorno garantido!
Não perca esta oportunidade!
Objetivos
Fornecer instrumental prático para mostrar como desenvolver estratégias eficazes de mídia social;
Conhecer o perfil do usuário de redes sociais: suas motivações, seus tipos de interação nestes ambientes, sua percepção de marcas e produtos e como essa percepção é disseminada;
Discutir aplicações diferentes das mídias sociais de acordo com cada necessidade e tipo de negócio;
Entender por que algumas ações de mídia social deram certo e outras precisaram de ajustes.
A Quem se Destina
Profissionais responsáveis por estratégias de Comunicação, Marketing e Publicidade de empresas anunciantes, agências de publicidade, veículos de internet, desenvolvedores de aplicativos e demais empresas ligadas ao meio digital.
Período da Oficina Executiva
A Oficina Executiva conta com 08 horas/aula, distribuídas em módulos especialmente desenvolvidos por professores com experiência comprovada no mercado. Aulas teóricas, vivências práticas e troca constante de experiências são elementos indispensáveis para a total absorção dos conceitos apresentados.
Módulos Abordados
Mídias sociais e comportamento do consumidor: mudanças no relacionamento com as marcas e novos tipos de conversação
Discutir a evolução do comportamento do consumidor e sua percepção das marcas num contexto onde as redes sociais provocam mudanças na relação entre empresas e usuários
O que os consumidores esperam encontrar nas redes sociais; o que os motiva a participar de conversações com as marcas; número de usuários das redes sociais no Brasil e no mundo; conteúdo gerado pelo usuário e as conseqüentes mudanças provocadas por este fenômeno no plano de comunicação das empresas; os impactos desta conversação na percepção das marcas.
Monitoramento de opiniões: redes sociais não são só marketing de relacionamento
Perceber de que forma as redes sociais podem funcionar como um fenômeno eficaz de monitoramento de marca, e não só marketing de relacionamento.
Ferramentas e estratégias para monitorar o comportamento do consumidor em redes sociais; o que fazer quando a marca sofre um “ataque” nestes ambientes; como participar ativamente destes espaços sem se tornar “chapa branca”; agregando a estratégia social a um programa de marketing de relacionamento.
Ações possíveis de se fazer em redes sociais: escolhendo a estratégia mais adequada a seu caso
Fornecer ao aluno parâmetros de análise para escolha da estratégia de mídia social mais correta para a marca.
Monetização de conteúdo dentro das redes sociais; branded channels; construção e manutenção de perfis em redes sociais; Twitter; desenvolvimento de aplicativos e widgets personalizados; métricas de análise de desempenho.
Análise de cases: quem soube e quem não soube usar de forma eficaz o poder de comunicação das redes sociais.
Discussão de estratégias e cases conhecidos de empresas que investiram em mídias sociais.
Análise de cases negativos e positivos; fatores críticos para o sucesso ou fracasso da ação; resultados obtidos e correções de rumo.
Professores
Carlos Fan / Gerente de Planejamento Estratégico / AgênciaClick
Alessandro Barbosa Lima / Diretor / E.LIFE
Wagner Fontoura / Estrategista de Mídias Sociais / Riot
Roberto Cassano / Diretor de Estratégia / Agência Frog
Informações e Inscrições
* Valor Especial para Grupos
Tel.: (11) 5071 4057 com Alessandra Bassanetto
JumpEducation
Data: 28 de outubro de 2009
Local: Av. Dr. Cardoso de Melo, 1.491 - Vila Olimpia - São Paulo – SP
Horário: 08h30 – 17h30
Benefícios: (Almoço, Coffees, Material de apoio, Networking de alto nível, Newsletter Eletrônica com materiais complementares pós-curso, Biblioteca exclusiva de conteúdo e podcasts sobre Negócios Digitais e Certificado inclusos)

Este post é uma tradução livre de um documento elaborado e disponibilizado pelo Social Media Business Council composto por uma série de rascunhos de listas de verificação [checklists] para ajudar as empresas, seus funcionários, e suas agências a aprenderem a lidar de forma apropriada e transparente ao interagirem com blogues, blogueiros, e as pessoas que interagem com eles. O documento que deu origem a esta tradução para o português pode ser baixado integralmente (em inglês) aqui: Disclosure Best Practices Toolkit. Trata-se de uma iniciativa das mais interessantes que já encontrei na web esse ano lá fora, que poderia muito bem servir de inspiração e referência para as empresas no Brasil. E o que é mais bacana: são grandes empresas falando entre si e publicamente sobre o que ELAS consideram as melhores práticas. Fantástico.
“Nós acreditamos nos princípios de transparência e de abertura, e este documento é um modo de fazer com que isso seja real a partir do nosso próprio ambiente. O nosso objetivo não é criar e tampouco propor novos padrões ou regras para a indústria. Estas listas de verificação são ferramentas de treinamento do tipo “open source” [fonte aberta], que são desenvolvidas para educar centenas ou milhares de funcionários em qualquer empresa de grande escala para interagirem com a comunidade de mídia social.” Social Media Business Council
Não, estas são as melhores práticas para desenvolver o nosso próprio guia interno. O Conselho de Negócios de Mídia Social não é uma associação comercial e nem uma entidade padrão, então não temos o poder ou a autoridade de estabelecer tais regras. Nós ajudamos as empresas a aprenderem umas com as outras e a desenvolverem recomendações de melhores práticas enquanto comunidades.
Não, de modo algum. Esta é uma ferramentado do tipo “open source” [fonte aberta] para empresas que desejam aprender o modo correto de interagir com os blogues. Estamos ensinando e compartilhamos nossas experiências.
Somos um grupo voluntário de empresas que compartilham visões e experiências umas com as outras. Rascunhamos este documento para tornar mais fácil o compartilhamento do nosso aprendizado com todos.
Não; este guia é útil para qualquer lugar onde seus funcionários estejam comentando ou participando de uma conversa. Ele é útil para toda a mídia social, e em particular para qualquer momento em que esteja envolvida a questão da voz e do papel pessoal vs. a voz e o papel corporativo.
Sim. Nós recebemos e convidamos todas as partes interessadas a acrescentarem sua opinião e contribuirem no sentido de melhorar este guia.
Sim. Este Guia de Exposição está licenciado de acordo com a Licença Não-Comercial da Atribuição Comum Criativa. Visite a página http://creativecommons.org/licenses/by-nd/3.0 para ver uma cópia desta licença.
Foco: Melhores práticas para como funcionários e agências, que atuam como representantes corporativos oficiais, e que expõem sua identidade a blogueiros e nos blogues.
Ao me comunicar com blogues e blogueiros em nome da minha companhia ou em tópicos relacionados aos negócios da minha companhia, eu:
Exporei claramente o nosso envolvimento em todos os blogues produzidos pela companhia ou nossas agências.
Foco: As melhores práticas para funcionários e empregadores ligados a blogues pessoais e com participação pessoal em mídia sociais cujos assuntos estejam relacionados à companhia. Esta lista procura complementar as políticas existentes para funcionários.
Para blogues pessoais ou interações em mídias sociais:
Foco: Melhores práticas de como os negócios interagem com blogues e blogueiros externos.
Ao me comunicar com blogues ou blogueiros em nome da minha companhia, eu :
Foco: Melhores práticas ao fornecer incentivos a blogueiros.
Ao fornecer quaisquer formas de pagamento aos blogueiros, tais como recompensas, incentivos, itens promocionais, presentes, amostras, ou itens para resenha, eu serei completamente transparente, pois:
Foco: Melhores práticas para vendedores, agências, e subcontratados que agem em nome da companhia.
Ao fazer uso de agências externas ou pessoal da agência para realizar comunicação em nosso nome, eu:
Foco: Melhores práticas para situações artísticas/ de entretenimento, em que seja necessário e apropriado obscurecer o patrocinador de um site.
A exposição poderá ser temporariamente atrasada para permitir a liberdade criativa, se esta ação estiver de acordo com os seguintes critérios:
Exemplo: Criar blogues para promover um filme.
Leitura complementar: A falência da publicidade como modelo único de negócio na web (Não deixe de ler os comentários deste post)